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El Periódico Extremadura | Sábado, 15 de dezembro de 2018

A estação não muda de sítio

Em 2013 já se estacionou o estudo de integração que dava três alternativas. A impressão do PSOE após reunir-se com {Adif} é que não terá um transferência

JOSÉ LUIS BERMEJO
11/01/2018

 

A sensação com a que saímos da reunião foi que a estação do caminho de ferro ficará no mesmo sítio», comentou ontem o porta-voz do grupo municipal socialista, Luis Salaya, após a entrevista que na segunda-feira manteve, juntamente com seu colega de grupo Andrés Licerán, com o presidente de {Adif}, Juan Bravo, e a diretora-geral de Construção e Exploração de {Adif}, Isabel Pardo. Neste encontro se voltou a apresentar a integração do caminho de ferro no centro urbano, um debate que ficou adiado em 2013 quando {Adif} acordou um novo modelo de desenvolvimento dos corredores de alta velocidade e se rejeitou a construção duma nova estação, apostando-se pela continuidade da existente desde 1963.

Essa aposta se manterá no tempo, «não há uma ideia de transferência nem a curto, nem a médio prazo», abundou ontem Salaya. A localização da estação dentro da cidade «se prolongará no tempo, se não é que se perpetua», acrescentou o porta-voz socialista, que considerou que esta «não é uma má solução» porque com esta localização da estação «se favorece o transporte de viajantes».

Nesse encontro o PSOE transferiu a {Adif} a sua proposta para {encajonar} dois dos troços da via do caminho de ferro a seu passo pelo centro urbano --ambos aparecem no plano-- para que não seja uma barreira e seja possível acometer em cima novas vias que comuniquem Aldea Moret e A Caminho para os rebanhos com o resto de bairros da cidade. «Na reunião ninguém disse que fosse impossível {encajonar} esses troços, mas saiu o acordo/compromisso de estudá-lo na comissão técnica de seguimento dos projetos ferroviários na Extremadura», comentou o porta-voz do grupo socialista, quem confiou em que «se não na sua totalidade, pelo menos uma parte importante» da proposta possa levar-se à prática.

Em 2008 se adjudicou o estudo informativo para a integração do caminho de ferro na cidade. O documento inicial do estudo fez público em 2010 três corredores com a estação próxima à A-66, no Junquillo e em sua localização atual. Em 2013 se decidiu por {Adif} não realizar a integração urbana prevista no estudo.

Na reunião também se falou da alargamento da zona de estacionamentos que há na estação e que são insuficientes.

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