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El Periódico Extremadura | Segunda-Feira, 17 de fevereiro de 2020

«Esta é a melhor cidade de Espanha para viver»

O cabeleireiro cacerenho Agustín de Javier, de 31 anos, mantém aberto uma sala de cabeleireiro e barbearia para cavalheiros no centro da cidade

CELIA GÁLVEZ NÚÑEZ
07/01/2019

 

Agustín de Javier Calzado é um jovem cabeleireiro cacerenho que abriu as portas de seu negócio há um ano e meio no centro da cidade.

É de Cáceres, «de toda a vida», tem nascido e crescido na praça/vaga de Itália. De pequeno estudou na escola São Antonio até terminar o regulado e aí foi quando começou a interessar-se pelo mundo da cabeleireiro e estética de cavalheiro. Com 18 anos começou a sua formação como cabeleireiro no {IES} Virgem de Guadalupe. Dois anos depois, a vontade de internar-se no mundo laboral, embora não fora de o seu, lhe puderam. Um restaurante de comida/almoço rápida lhe ofereceu um contrato de três meses. Nesse momento pensou: «saco algo de dinheiro e me vou de férias». Mas no fim esteve 10 anos trabalhando na empresa. Em 2016 ficou sem trabalho e se foi embora dois meses a Madrid para realizar um curso de cabeleireiro. «A ideia de empreender e abrir meu próprio negócio me rondava a cabeça». No verão de 2017 se {adentró} na aventura. Nasceu ‘De Javier. Cabeleireiro e Barbearia’. Está situada em Colón e, apesar de que valorizou outros locais na hora de instalar-se, enquanto o viu pensou que essa ia ser a sede de seu trabalho. E assim foi.

«Cáceres é a melhor cidade de Espanha para viver», assinala Agustín, que sente que a qualidade de vida que há aqui não encontra-se noutros lugares. Também considera «barato o aluguer e o lazer, bem como a gastronomia». Por outro lado, o cabeleireiro mostra seu descontente com uma situação que preocupa especialmente hoje: «o do comboio é inadmissível». Além disso aponta que «esta cidade necessita indústrias, grandes investimentos..., não só/sozinho hotelaria e turismo».

Quanto a seu sector, De Javier assegura que aqui há vazio para todos. «Entre os cabeleireiros de Cáceres não há competência, nos {ayudamos} uns a outros e é um tipo de negócio que agora está em auge». Às gerações de cabeleireiros que vêm lhes anima a empreender e a que lutem pelo que realmente querem.

Agustín tem agora 31 anos e se define como um jovem com sorte já que em sua trajetória como autónomo/trabalhador independente «me tem ido e me vai bem». Por enquanto vê seu futuro aqui em sua cidade, dedicando-lhe tempo à profissão que tanto/golo gosta de.

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