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El Periódico Extremadura | Segunda-Feira, 10 de dezembro de 2018

O espelho no qual olhar-se

{Atapuerca} e o Museu da Evolução Humana de Burgos são um exemplo de gestão integral de atividade {museística}, cientista e divulgativa, onde participam instituições públicas e privadas

CARMEN HERNÁNDEZ MANCHA
11/03/2018

 

Cáceres e Burgos têm muitas coisas em comum, são cidades de um tamanho meio, declaradas Património da Humanidade pela Unesco e com jazidas fundamentais para conhecer a evolução dos hominídeos.

A capital {burgalesa} tem sabido fazer de seu passado um recurso de presente e futuro. No ano 2010 abriu as suas portas o Museu da Evolução Humana, um centro de «gestão integral dos recursos científicos/cientistas, socioculturais, turísticos e de integração do território de maneira sustentável», em palavras de sua coordenadora geral, {Aurora} Martín Nájera. A instituição gere não somente o espaço {museístico}, mas também o Centro de Arqueologia Experimental da localidade de {Atapuerca} e o Centro de Acesso aos Jazidas de {Atapuerca}, no município de {Ibeas} de {Juarros}, ambos num rádio de vinte quilómetros de Burgos.

Embora detrás de esta instituição está a Junta de Castela e Leão, participam do projeto a Câmara Municipal {burgalés} e o Plantel/elenco de Investigações de {Atapuerca}, bem como outros centros associados e vinculados, como a Universidade de Burgos, o Centro Nacional de {Investigacioón} sobre/em relação a a Evolução Humana e a Fundação {Atapuerca}, «como forma de criar sinergias e potenciar a investigação», afirma Martín Nájera. Com o museu, se põe em valor os achados de {Atapuerca}, «temos de proteger as jazidas, mas também socializar-los, divulgá-los, sem ir em contra da conservação», explica a coordenadora geral.

{Aurora} Martín Nájera, que durante trinta anos trabalhou em diferentes museus na Extremadura e foi quem encontrou as peças dentárias do {Homo} {antecessor} em {Atapuerca}, considera que Cáceres poderia fazer uma {provechamiento} similar ao {burgalés} de sua riqueza pré-histórica. Como cifras, somente o Museu da Evolução Humana recebeu, desde sua inauguração em Julho de 2010 até Dezembro de 2017, 1.262.000 visitas; as exposições temporárias e oficinas, 1.040.000; e as jazidas, 563.000. Toda a oferta {burgalesa} em conjunto/clube recebeu a mais de 3.500.000 de pessoas, sem dúvida, um recurso turístico e económico importante para a cidade.

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