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El Periódico Extremadura | Domingo, 21 de outubro de 2018

Empleados de Cocemfe denunciam problemas com um curso de UGT

No se deu no prazo fixado e agora lhes negam a certificação profissional. Pedem responsabilidades à administração regional que financiou o curso

CARMEN HERNÁNDEZ MANCHA caceres@extremadura.elperiodico.com CÁCERES
09/06/2018

 

Cinco trabalhadores de Cocemfe Cáceres pedem responsabilidades perante as deficiências e irregularidades de um curso de UGT que começaram em 2015 e finalizaram em Dezembro de 2016. O sindicato pôs-se em contacto em 2014 com a gerência de Cocemfe para oferecer-los um curso com o que obter o certificado de profissionalismo que o regulamento exige aos cuidadores. A entidade se o ofereceu aos trabalhadores e sete deles decidiram realizar a formação ao mesmo tempo. Após mais de um ano, terminaram o curso em Dezembro de 2016. Quando receberam a acreditação, a apresentaram ao Centro de Formação Ocupacional de Don Benito, que pertence ao Sexpe, o organismo que devia entregar-lhes o certificado de profissionalismo.

Após meses de espera, dois dos trabalhadores receberam sua acreditação, enquanto o resto continuou à espera. Com o tempo, desde o centro de Don Benito lhes comunicam aos outros cinco que não podem entregar-lhes os correspondentes certificados porque um dos módulos do curso se finalizou fora de prazo e, portanto, não lhes podem expedir sua acreditação.

Perante as queixas dos trabalhadores e da própria gerência de {Cofemfe} Cáceres, asseguram que a administração regional lhes propôs realizar de novo o módulo inteiro que realizaram fora de tempo, com uma duração aproximada de cem horas, para poder/conseguir obter o certificado de profissionalismo, sem que ainda lhes tenham oferecido dita formação.

Este jornal se tem posto em contacto tanto/golo com UGT como com a Junta de Extremadura, sem que ao fecho da edição se tenha recebido resposta.

Os trabalhadores não entendem como um sindicato com a experiência de UGT pôde dar uma unidade de um módulo fuera do prazo estabelecido, o que impedia a obtenção do título oferecido. Também, também não entendem como se lhe tem entregue a certificação a duas das empregadas e se negou ao resto, quanto todos realizaram a formação ao mesmo tempo. Por tudo isto, pedem responsabilidades à administração regional, que financiou o curso de UGT, porque se sentem vítimas duma cadeia de erros.

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