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El Periódico Extremadura | Quarta-Feira, 19 de septembro de 2018

Descobertos os restos de 48 pessoas executadas em 1936

O projeto o têm movido a assembleia provincial e a Câmara Municipal de Valencia de Alcántara. A presidenta Rosário {Cordero} diz que serão entregues a seus familiares

REDACCIÓN caceres@extremadura.elperiodico.com CÁCERES
13/03/2018

 

La exumação da mina {Terría}, localizada no concelho de Valencia de Alcántara, tem descoberto os restos de 48 pessoas que, entre os meses de Agosto e Dezembro de 1936, «foram tiradas de suas casas ou da cadeia e transferidas ao paragem para ser executadas». Trata-se de vizinhos/moradores de povoações como Valencia de Alcántara, Cedillo, Membrío e Herrera de Alcántara e da região Serra de São Pedro, cujos restos, 82 anos depois de/após que fossem executados, serão identificados e entregues a seus familiares, «para que possam e proporcionar-lhes digna sepultura e restituir assim sua história e sua memória», segundo a presidenta da Diputación de Cáceres, Rosário {Cordero}, recolhe/expressa a Agência Efe.

«La voz dos familiares das vítimas, já de avançada idade, e que reclamavam a recuperação de seus seres caros, tem tido resposta graças ao projeto promovido pelo Câmara Municipal de Valencia de Alcántara e a Assembleia provincial», assinalou {Cordero} na apresentação hoje do projeto de escavação e exumação.

{Cordero} esteve acompanhada pelo presidente da Câmara Municipal de Valencia de Alcántara, Alberto Piris, num ato que tem teve lugar na instituição provincial e no qual estiveram presentes a Universidad de Extremadura, com Julián Chaves, figura chave nas investigações sobre/em relação a as vítimas da Guerra Civil e do Franquismo.

Também participou no ato a Agrupamento de Familiares, com vozes como a de {Conchita} Visse, filha do presidente da Câmara Municipal republicano executado Amado Visse Amores, e «lutadora incansável durante as últimas décadas para que a busca, tanto/golo de o seu pai como do resto de vítimas sepultadas na mina, não {cayera} no esqueço». Também esteve presente {Toñi} {Perera}, neta do também executado Pedro Perera, presidente da Casa do Povo/vila de Valencia de Alcántara; e a diretora da operação, {Laura} Muñoz Encinar que explicou os pormenores técnicos de um projeto que pode ser considerado «o mais difícil e complexo abordado até à data em Espanha».

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