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El Periódico Extremadura | Sábado, 14 de dezembro de 2019

Cumprir 70 sem render-se à poltrona

A prática de exercício de forma regular/orientar é uma garantia para cumprir anos com maior independência. O Jornal consulta com o médico Miguel Jiménez, que recomenda caminhar a passo ligeiro, nadar, fazer bicicleta estática, dançar ou subir escadas

ALBERTO MANZANO
22/07/2019

 

Nunca é tarde para começar a fazer exercício nem para colher seus muitos benefícios. Se tenha a idade que se tenha, não temos de parar. O movimento é saúde desde a infância até à terceira idade, mas muitas pessoas abandonam o exercício à medida que vão cumprindo anos. Miguel Jiménez, médico cacerenho de cabeceira, assegura que «o exercício físico beneficia às pessoas maiores/ancianidade para além de o simplesmente físico. Não somente melhoria a força, elasticidade, coordenação, equilíbrio, percurso/percorrido articular, resistência à fatiga e capacidade pulmonar».

Para Jiménez, «desde o ponto de vista mental, o desporto melhoria o estado de alerta e concentração, agiliza o processamento da informação e favorece a produção de {endorfinas}, que nos ajudam a sentir-nos melhor. Também há benefícios na qualidade e quantidade/quantia de horas de sono/sonho, uma {ganacia} muito de agradecer segundo cumprem-se anos, reduz a ansiedade e a de pressão, incrementa a longevidade e a participação social», indica.

O médico consultado por O Jornal Extremadura coincide em assinalar que as pessoas de idade mais avançada não se animam a realizar desporto porque sentem que é um desafio. «Bem por problemas de saúde, por temor a lesões ou quedas ou porque, simplesmente, não sabem por onde começar. Muitos dos nossos maiores/ancianidade acreditam além disso que ‘já é demasiado tarde’ para internar-se nesta aventura porque vão a envelhecer de todas as maneiras», detalha Jiménez.

Mas a realidade é bem diferente. «Basta com acrescentar movimento e atividade à vida diária: como caminhar a passo ligeiro, fazer bicicleta estática, nadar, subir escadas ou mesmo dançar, fazer flexões de joelho após muito tempo sentado, são exemplos de exercícios de resistência, enfatiza o perito. Além disso, aconselha 45 minutos de atividade física três vezes à semana para previr ou atrasar a deterioração cognitivo. Algo particularmente importante em pessoas com fatores de risco vascular como hipertensão, acidentes {cerebrovasculares} ou diabetes.

Se alguém está convencido de que cumprir os 70 significa ‘poltrona e cobertor’, tão somente deve {recordar} este conselho de Jiménez: «É importante consultar com seu médico antes de seu início e escolher o material desportivo adequado, como é o caso das sapatilhas». Bem como uma revisão médica para saber tendo alguma patologia, explica. E neste sentido salienta que se aparece algum atribua, não temos de {desanimarse}: «Qualquer patologia permite fazer desporto, com uma prescrição adequada», esclarece o médico. Este especialista insiste em que a idade não é um problema, e assegura que uma vez que se começa, a atividade física «{engancha}» à medida que se percebem/recebem os benefícios na saúde, que são muitos, destaca.

Também, o médico aponta que em troca de tantos benefícios, os riscos de lesão são escassos: «Praticamente nenhum se os exercícios são controlados e suaves. Fora de algum dor articular, pouco/bocado pode ter». E acrescenta que cada vez há mais médicos sensibilizados com a necessidade de prescrever exercício, em particular na «terceira idade». Uma questão chave para chegar bem à «quarta idade», a dos centenários.

Por isso, o médico cacerenho recorda à cidadania que: «Temos um remédio imediato, seguro e ajustado para alguns dos principais riscos da saúde. É gratuito. Funciona -conclui- para ricos e pobres, homens e mulheres, jovens e maiores/ancianidade. É a atividade física».

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