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El Periódico Extremadura | Quinta-Feira, 16 de agosto de 2018

O cuidado de parques e jardins sairá a licitação por 3,5 milhões

Os folhas saem adiante com o voto de qualidade do presidente do órgão municipal. Podemos critica que não se tenha facto/feito um estudo sério sobre/em relação a a {remunicipalización}

J. L. B. caceres@extremadura.elperiodico.com CÁCERES
13/02/2018

 

A comissão de Contratação da Câmara Municipal emitiu parecer ontem a favor dos folhas de condições do concurso que se convocará para o cuidado e conservação de zonas verdes. O orçamento de licitação vai ser de 3,5 milhões. Será o terceiro concurso após os ganhos por Canal de Isabel II e {Talher}. O contrato com esta última empresa é o que está em vigor.

Entre as novidades do novo contrato estão a obrigação da empresa concessionária de encarregar-se da manutenção das fontes históricas, segundo se informou ontem desde o governo local. Outras novidades são o controlo {fitosanitario} da {arboleda} e «da poda em todos aqueles elementos de risco» e a manutenção das novas áreas de jogos infantis e biosaudáveis. A empresa também se terá que ocupar da abertura e fecho dos parques.

Está previsto que o contrato se adjudique neste ano e que a concessionária comece com sua gestão em Janeiro de 2019. O contrato terá uma vigência de quatro anos, prorrogáveis durante dois mais, e a superfície total que ocupam os parques e jardins da concessão é de 1.066.045 metros quadrados. O parecer de ontem na comissão saiu adiante com o voto de qualidade de seu presidente, do PP, já que {Cs} absteve-se e os grupos do PSOE e {CACeresTú} (Podemos) votaram contra.

Desde o grupo municipal de {CACeresTú} se explicou ontem o voto contra ao {recordar} que à comissão de ontem se levaram os folhas do concurso «sem que se tivesse apresentado um estudo sério sobre/em relação a os custos da {remunicipalización}». Outra das razões do voto contra da formação {morada} é que não se têm incluído cláusulas sociais.

Desde {CACeresTú} se detalhou que em Cáceres {coexiste} a gestão pública e privada de zonas verde, recordando a boa lavor/trabalho que fazem os empregados municipais; além disso se criticou que o folha se tivesse levado ontem à comissão «antes da entrada em vigor da nova lei de Contratação Pública, que obriga à inclusão de cláusulas sociais».

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