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El Periódico Extremadura | Quinta-Feira, 21 de junho de 2018

Contagem decrescente para fazer do centro histórico um lugar mais habitável

Realizarão sondagens casa por casa para solicitar dados de como encontram-se as habitações. Os técnicos do plano especial começarão esta segunda-feira a primeira intervenção a pé de rua

CARMEN HERNÁNDEZ MANCHA
09/06/2018

 

El plano especial do centro histórico de Cáceres se marca como uma suas razões fundamentais de ser, «melhorar a qualidade de vida de seus habitantes», ao mesmo tempo que «potenciar os valores que caraterizam ao conjunto/clube monumental e ao {patromonio} urbanístico e arquitetónico do centro histórico». Em definitiva, conjugar conservação com habitabilidade.

El texto, cujo nome completo é Plano Especial de Proteção e Revitalização do Património Arquitetónico de Cáceres, foi aprovado em Março de 1990. Desde então, tanto/golo a realidade da cidade como a de seus habitantes mudou substancialmente, com novas circunstâncias impossíveis de prever por dito plano. Para atualizar este texto e descobrir precisamente essas novas necessidades, começarão este mesmo segunda-feira as primeiras intervenções para sua modificação. A Mesa de Contratação do Ayuntamiento de Cáceres aprovou no passado 15 de Dezembro a adjudicação a Juan Carlos García Fraile, do estudo Fraile Arquiteto, o serviço de assistência técnica na redação do documento de revisão do novo plano especial. A sua oferta foi a vencedora, já que o serviço saía com um montante de licitação de 278.300 euros, IVA incluído, e se adjudicou a este estudo, com sede em Salamanca, por 250.470, também IVA incluído.

Após conversações com o representante de vizinhos da cidade monumental, entre outras gestões, Fraile Arquiteto vai a começar a solicitar dados sobre/em relação a o estado das habitações e suas necessidades esta segunda-feira, para o que seus técnicos irão casa por casa para realizar sondagens.

El presidente da Associação de Vizinhos/moradores Cidade Monumental, Juan Manuel Honrado, confirma que o estudo lhes pediu que expliquem aos vizinhos/moradores o trabalho que vão a realizar, para que «{aportemos} confiança à pessoas», e lhes abram as portas de suas casas, já que a colaboração cidadã é fundamental. Desde a associação mostram seu total disposição a participar na modificação deste plano especial, pelo que vão a compilar a informação gerada pelos grupos de trabalho que funcionam na mesma, mobilidade, convivência e infraestruturas, entre outros, «para {hacérsela} chegar em conjunto/clube a Fraile», explica Honrado.

Embora não têm propostas concretas, os vizinhos/moradores da cidade monumental sim querem deixar patentes os principais assuntos que lhes preocupam. El primeiro deles é o estacionamento, «a falta de zonas onde se possa estacionar», concreta/concretiza o presidente da associação. Os residentes se queixam de que há muitos carros para poucas praças/vagas, «se querem fazê-lo de maneira adequada», precisa Juan Manuel Honrado, «não como até agora, onde se colocam em sítios que afetam aos espaços» e dão uma má imagem face ao turismo. A proposta da associação é procurar outros lugares onde estacionar os carros, «como a parcela entre {Tenerías} e {Caleros} e o parque de esacionamento próprio de assembleia provincial, um espaço muito grande para quatro carros», propõe Honrado. A ideia é procurar alternativas à situação atual, que conciliem a comodidade dos residentes e o usufrua do património artístico, sem que isso implique «deixar o carro a dois quilómetros de teu casa», precisa o presidente da associação de vizinhos.

Outra das reivindicações deste coletivo face ao novo plano especial tem a ver com um elemento que faz a vida mais cómoda aos residentes, os ares acondicionados. Desde a associação entendem que «não se possam colocar em todos os sítios»; mas ao mesmo tempo, pedem um regulamento «mais clara e flexível», em palavras de Juan Manuel Hornado.

El terceiro dos pontos chaves das reivindicações de vizinhos tem a ver com a mobilidade, onde consideram que «o peão deveria ter prioridade em toda a cidade monumental e que sejam os carros os que se adaptem e não que parece que o peão é o que incomoda», expõe Honrado. Neste sentido, consideram fundamental deixar claro por onde podem circular ou não os carros.

Similar petição/pedido tem a ver com a {regocida} de lixos, «um confusão e um {jeroglífico}» na opinião do presidente da associação de vizinhos/moradores, que unido a que «as pessoas é como é», provoca que {aparecezcan} lixos durante o dia ou em lugares emblemáticos, o que dá uma má imagem da cidade monumental. Neste sentido, Juan Manuel Honrado apresenta uma «sinalização clara» que estabeleça os dias e horários de recolhida de cada tipo de lixo, para que não se produzam esse tipo de situações.

Todas as contribuições de vizinhos, bem como o fim mesmo do plano especial, é fazer mais habitável o caso antigo da cidade, «não sabemos até onde pode chegar este plano, o que temos claro é que o centro histórico de Cáceres necessita duns vizinhos/moradores que vivam ali porque o fazem mais atrativo», conclui Honrado. Sem pessoas, é mais um platô de cinema que uma cidade.

Fraile Arquiteto, que já elaborou o plano diretor da muralha de Cáceres, tem trinta meses desde a {formalización} do contrato de adjudicação, de Março de 2018, para redigir um novo documento que concilie usos e utilidades dos imóveis de oito zonas da cidade, Santiago, José Antonio (Bairro Novo), São Juan, Santa Clara, Ribera del Marco, São Francisco, {Huertas} e Cidade Monumental.

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