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El Periódico Extremadura | Terça-Feira, 21 de janeiro de 2020

O Consórcio Cáceres 2016 se poderá liquidar em «uns meses»

EUROPA PRESS CÁCERES
06/12/2019

 

O Consórcio Cáceres 2016, que se criou para impulsionar a capitalidade cultural da cidade, se poderá liquidar «nuns meses» após a providencia ditada pelo Tribunal Supremo na qual rejeita o recurso de cassação interposto pelo ex secretário-geral da Câmara Municipal, Manuel Aunión, sobre/em relação a o cobrança de horas extras por trabalhos realizados no quadro deste órgão. Reclamava 15.200 euros correspondentes aos anos 2014 e 2015. O assunto chegou até ao Supremo, que agora condena a costas ao demandante. O porta-voz da Câmara Municipal, Andrés Licerán assinalou ontem tratar-se do «passo prévio» para proceder à dissolução definitiva deste consórcio que formavam instituições como a Câmara Municipal, a Junta de Extremadura, as assembleias provinciais provinciais ou a Universidad de Extremadura, entre outras. O processo de liquidação se iniciou em 2010 e ainda não tem concluído. De facto, em Outubro de 2017, a Junta de Extremadura procedeu a pagar seu parte correspondente para a liquidação definitiva, após o recurso apresentado pela empresa {Mecsa}, que realizou um projeto através do consórcio. Quando todas as entidades paguem a percentagem do que lhes corresponde se deverá proceder à convocatória do Conselho de Direção por parte do presidente da Câmara Municipal de Cáceres para ser feito a liquidação definitiva do órgão. A Comissão {Liquiladora} se criou o 12 de Julho de 2016 e nela se estabeleceram as percentagens de liquidação de este, e todas as entidades levaram a cabo nessa altura as contribuições correspondentes à dívida com a empresa Placonsa, pelo projeto das obras de reordenamento da praça/vaga Maior/velho, incluída o contributo da Câmara Municipal que realizou a Junta de Extremadura mediante a compensação de parte duma dívida relativa ao {IBI}.

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