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El Periódico Extremadura | Terça-Feira, 11 de dezembro de 2018

O Clássico quebra formas com uma piscadela feminista e uma viagem à cultura nipónica

A organização aponta que a chuva tem demorado a venda de entradas, mas augura «boas expectativas». A cita/marcação/encontro arranca hoje e representará até Julho uma quinzena de peças com dois estreias extremenhas

GEMA GUERRA
14/06/2018

 

El Siglo de {Oro} regresa a la capital cacereña. El cenário de São Jorge, que luz quase 400 poltronas, aguarda esta noite a primeira representação da vintena que acolherá a cidade monumental desde hoje até o 1 de Julho. Uma adaptação de um texto pouco/bocado conhecido de Calderón de la Barca abre hoje um festival de teatro clássico que {guiña} neste ano ao feminismo e viaja a Japão.

Já esta noite ‘Eco e {Narciso}’ (São Jorge, 22.30 horas) abre uma reivindicação feminista que neste ano incorpora a figura de {Virginia} {Woolf} entre os textos representados, uma homenagem à Serrana da Vera em ‘As duas {bandoleras}’ de Emulsão teatro e rotas teatralizadas sobre/em relação a Isabel de Castila, Isabel de Moctezuma ou Dolores de Espadero, três mulheres que deixaram sua pegada/marca na história da cidade (sexta-feira às 21.00 horas). Por outro lado, o laboratório de Clássico explora a cultura nipónica com oficinas de dança {Kamigata}-{mai}, espetáculos na fundação {Tatiana} Pérez de Guzmán o Bom e inclusivamente uma cerimónia do chá em pátio do arquivo histórico provincial.

A diretora do Consorcio Gran Teatro, Silvia González, ofereceu ontem uma conferência de imprensa junto ao diretor David Martínez e ao ator Manuel Moya para oferecer detalhes sobre/em relação a a obra que sobe às tábuas hoje. Na sua intervenção, González assegurou que a chuva tem demorado o processo de venda de entrada, mas ainda assim augura «boas expectativas» para esta edição. «Com o mau tempo as pessoas apura mais em comprar e espera à previsão meteorológica, vamos ver se agora, que anuncia sol», pôs a manifesto. À tarde, a conselheira de Cultura, {Leire} Igrejas, presidiu o ato de inauguração oficial no Jardim do Museu de Cáceres. Estiveram presentes o vice-presidente primeiro da assembleia provincial de Cáceres, Fernando García Nicolás e o vereador de Cultura, Laureano León, entre outros.

VINTE REPRESENTAÇÕES // Mais além do giro/gracioso reivindicativo e até a cultura oriental, o programa neste ano inclui uma vintena de representações, quinze peças clássicas, todas espanholas salvo o texto de {Woolf}, e três estreias, dois extremenhos. Amanhã sexta-feira, São Jorge acolherá o montagem de ‘Orlando’ e no sábado {Morboria} Teatro transfere o género ao humor com ‘De fora virá quem de casa nos {echará}. ‘Traidor’, de José Zorrilla com Teatro {Corsario} fecha o primeiro fim-de-semana. El programa muda de cenário às {Veletas} o 20 de Junho com ‘As duas {bandoleras}’.

Também terá um vazio este sábado para o público infantil com ‘E os sonhos, sonhos são’ na praça/vaga de Santa María (21.00 horas). Todos os {pases} da programação oficial nos cenários principais começa às 22.30 horas. As entradas oscilam entre 10 e 18 euros e se podem adquirir antecipada através da web e a bilheteira do Gran Teatro e a bilheteira instalada nos cenários o dia da função.

Por outro lado, começa hoje quinta-feira a programação paralela, que neste ano se reparte entre exposições, cinema e oficinas e representações a cargo da {ESAD} e a escola de teatro Maltravieso. Hoy, os alunos de Isidro Timón representam {Hamlet} em {Carvajal}. El museu de Cáceres inaugura uma exposição com dez fatos desenhados por Pepe Reyes. Reyes também dará uma conversa na cinemateca antes de que se projete ‘A coroa verba/partida’.

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