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El Periódico Extremadura | Domingo, 20 de outubro de 2019

O centro histórico aposta em usar a sala Capitol como centro cívico

Reclamam «mais espaços comuns no bairro» e descartam o lazer noturno «se provoca incómodos». Urbanismo não concederá a licença para que se venda álcool nem se façam grandes espetáculos

GEMA GUERRA epextremadura@elperiodico.com CÁCERES
09/10/2019

 

Los vizinhos/moradores do centro histórico querem que a sala Capitol reabra como sala de atividades para o bairro. A sala leva fechada meses depois de/após que a Câmara Municipal {clausurara} a atividade aos últimos promotores porque o espaço não tinha licença para a atividade que pretendiam desenvolver os empresários relacionada com o lazer noturno.

Tanto/golo residentes próximos ao espaço da rua {Sancti} {Spiritu} situado a uns metros da praça/vaga de Santiago como o presidente da associação de vizinhos cidade monumental, Juan Manuel Honrado, coincidem em que «faltam espaços comuns para as pessoas do bairro». «Nos {ilusionamos} quando se reabriu porque supôs uma possibilidade de ter um centro cultural na zona», aponta Honrado, que incide em que a linha a seguir/continuar que partilham se {asemeja} à que seguiram/continuaram os promotores da companhia de teatro Maltravieso e aposta em um modelo que emule a atividade de um «centro cívico» e que possa programar «atividades para famílias, cinema e teatro». «Encaixaria como espaço aberto a todos, que gere enraizamento e no qual possamos sentir-nos a gosto», põe a manifesto o representante de vizinhos.

Quanto ao projeto mais focado ao lazer noturno que propunham os anteriores promotores, sustenta que só/sozinho gerará uma resposta negativa nos vizinhos/moradores «se provoca incómodos» e não está «acondicionado e insonorizado». «Ao início se olhou com receio pelo tema dos ruídos e porque não queremos que se causem problemas aos vizinhos/moradores», anota Honrado.

Precisamente essa linha, a Câmara Municipal já pronunciou-se nesta semana e a área de Urbanismo descartou que vá a conceder a autorização --supõe modificar o plano geral-- para que se venda álcool nem se façam espetáculos porque a praça/vaga Maior «é zona saturada de ruídos» juntamente com a {Madrila}. Na atualidade, tal como alegou a câmara municipal, a sala só/sozinho tem licença como espaço cultural e sala de exposições. Esta foi a razão pela que os anteriores empresários que faz uns meses assumiram a gestão da sala, abandonaram finalmente o projeto «porque não tinha garantias de ser viável».

A contrariedade reside em que os anteriores promotores a estes, a companhia de teatro Maltravieso se obtiveram uma resolução favorável para desempenhar sua atividade na sala durante um ano antes e para programar concertos e funções de teatro.

Por enquanto, a Câmara Municipal mostra-se aberto a qualquer proposta mas não dará mais passos até que não se resolva o {litigio} tanto/golo com os anteriores promotores, três empresários de hotelaria, como com os últimos pela gestão do centro, a companhia de teatro. Cabe {recordar} que o espaço pertence a Fundação Obra Social de Castela e Leão ({Fundos}), uma fundação que gere o património de {EspañaDuero}. Este diário/jornal tentou contactar ontem com a fundação para que se pronunciasse sobre/em relação a o futuro do espaço mas não foi possível.

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