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O centro comercial do matadouro passará na quinta-feira seu primeiro trâmites

Só/sozinho por parte de Infraestruturas há observações sobre/em relação a o âmbito e autorizações. As notas informativas dos serviços técnicos da Câmara Municipal som favoráveis

 

Recriação na qual se aprecia parte do edifício projetado e parte das lugares de estacionamento previstas. - {KRONOS} {PROPERTIES}

JOSÉ LUIS BERMEJO
09/06/2020

É só/sozinho o começo, ainda fica um longos/compridos trâmites administrativo, embora nesta intervenção, à diferênça doutras, não teria que ter grandes inconvenientes. A promotora {Kronos} {Properties} (para este projeto a empresa é {Kronos} Parque Matadouro) apresentou na Câmara Municipal a consulta de viabilidade para a construção de um centro comercial na parcela do antigo matadouro, junto ao hipermercado de Carrefour. Na próxima quinta-feira se emite parecer na comissão informativa de urbanismo e todos as notas informativas técnicos som favoráveis, não apresentam objeções, salvo Infraestruturas que recorda que o âmbito de atuação deveria redefinir-se se se inclui a parcela confinante e que os acessos à N-521 deve autorizá-los Demarcação de Estradas.

{Kronos} {Properties} anunciou a finais do passado Março que tinha comprado a parcela do matadouro à Sociedade de Gestão de Ativos Procedentes da Reestruturação Bancária. Numa primeira fase se ajustaria ao que marca o Plano Diretor Municipal de urbanismo e o centro teria 5.500 metros quadrados de comercial e 6.000 de lazer. Mas numa segunda fase, que necessitaria duma modificação do plano, se alargaria o uso comercial, chegando até 25.000 metros quadrados de edificabilidade entre todos os usos. Essa modificação certamente implicará eliminar os 7.536 metros quadrados de edificabilidade que o plano destina agora a uso hoteleiro e transformá-los em comercial.

Por agora o que se está apresentando é se é viável a sua proposta de intervir na parcela, consulta que tem os parabens dos técnicos. Este terreno tem uma superfície de 3 hectares e o plano permite uma edificabilidade de 26.248 metros quadrados que reparte em três usos: 7.536 para fins hoteleiros, 18.712 para recriativos e 5.554 para comerciais. Na consulta, segundo se recolhe/expressa nos relatórios, não se alude a uma modificação da distribuição da edificabilidade dos usos. Isto viria depois e suporia um incremento do comercial à custa das outras utilidades. Desde/a partir de o governo municipal já se tem avançado sua disposição a modificar o plano.

A empresa assegurou em Março, quando anunciou a compra da parcela, que já tem um acordo com Decathlon. Na parte de lazer estão previstos uns cinemas e uma importante implantação de restauração. Sua estimação é abrir a primeira fase no primeiro semestre de 2022 e que se dê emprego a 500 trabalhadores, entre diretos e indiretos, quando estejam as duas fases concluídas. O investimento se cifra em 35 milhões.

À consulta deverá seguir/continuar o programa de execução que terá que apresentar a empresa. Logo fica um trâmites que se prolongará vários meses antes de poder/conseguir iniciar/dar início as obras. A promotora prevê um prazo de 17 meses, cinco para a condomínio e doze para a execução.