Menú

El Periódico Extremadura | Terça-Feira, 26 de septembro de 2017

A câmara municipal vala sua dívida por Cáceres 2016 depois de/após 7 anos da rejeição da candidatura

Numas semanas se poderia reunir o conselho de direção para que o consórcio se liquide. O {litigio} pelo pagamento da praça/vaga prolongou a aplicação do acordo de dissolução de 2011

JOSÉ LUIS BERMEJO caceres@extremadura.elperiodico.com CÁCERES
13/09/2017

 

A Comissão de Economia da Câmara Municipal emite parecer amanhã um suplemento de crédito para incorporá-lo ao orçamento de 2017. São 675.000 euros e a maioria é para pagar défice do autocarro urbano. Mas desta modificação orçamental destaca a outra verba/partida, são 35.683 euros, pelo que supõe, já que com este crédito que vai-se habilitar se terminará de pagar a dívida que tem a Câmara Municipal do projeto de Cáceres 2016 e se fará mais de sete anos depois de/após que a candidatura da cidade para ser Capital Cultural Europeia se rejeitasse e seis depois de/após que se aprovasse a dissolução do consórcio, decisão que ainda não se tem podido fazer efetiva.

O pagamento não se produzirá até que o parecer se aprove pelo plenário/pleno da corporação local e uma vez que acabe o período de informação pública do suplemento e se resolvam as alegações que se possam apresentar. Isto é, entre um e dois meses.

Os 35.683 euros são para dois pagamentos: as costas pelo {litigio} com Placonsa que reclamava o adubo/prestação/pagamento de certificações de obras pendentes da reforma da praça/vaga Maior e a parte que lhe corresponde à Câmara Municipal do principal e dos interesses da dívida com a {Ute} {Mecsa} e Estudo {Thuban} pela direção faculdade das obras da praça/vaga.

Estes dois {litigios} são os que têm prolongado no tempo que não se pudesse liquidar definitivamente um consórcio que perdeu sua razão de ser quando em setembro de 2010 se rejeitou a candidatura de Cáceres para ser Capital Cultural Europeia em 2016. No {litigio} com Placonsa se condenou aos membros do consórcio ao pagamento de 1,7 milhões de principal, quantidade/quantia à que se somaram 531.000 euros de interesses. No processo com a {Ute}, o principal é de 70.800 euros e os interesses se calculam desde que em 2015 se formulou a procura (seriam entre 5.000 e 6.000 euros, as partes implicadas não precisaram ontem à tarde a quantidade/quantia). A sentença do TSJEx de Junho de 2017 que reconhecia o pagamento à {Ute} põe fim aos {litigios} ao não ter-se recorrido ao Tribunal Supremo.

As notícias mais...