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El Periódico Extremadura | Sábado, 15 de dezembro de 2018

A Câmara Municipal dá razões de segurança para limitar as paragens/desempregadas/paradas dos autocarros

A Junta, competente na fixação das paragens/desempregadas/paradas, não pronuncia-se ao não ter a proposta da Câmara Municipal. Baseia sua decisão no regulamento de ordenação do transporte terrestre e num acordo municipal de 1994

J. L. BERMEJO
09/03/2018

 

El vereador delegado de Trânsito, Rafael Mateos, explicou ontem que a decisão de regular/orientar a paragem/desempregada/parada dos autocarros interurbanos fuera da estação obedece a razões de segurança e para reconduzir o excesso dalgumas linhas que fazem «quatro ou cinco paragens/desempregadas/paradas no centro urbano, o que estão a fazer é competir com o autocarro urbano e com o táxi». A decisão final a tem que tomar a Junta, já que a Câmara Municipal considera que é a competente. A direção geral de Transportes não pronunciou-se ontem já que ainda não recebeu a proposta da Câmara Municipal. El anúncio da medida provocou mal-estar entre os usuários, enquanto foi aplaudida pelo sector do táxi,

Mateos detalhou ontem que se estão utilizando para deixar e pegar/apanhar viajantes paragens/desempregadas/paradas do autocarro urbano e faixas de rodagem de circulação/trânsito, «o que põe em risco o trânsito». A decisão que se adotou na comissão de Segurança Via que se celebrou na quarta-feira foi dirigir-se à Junta para que regule as paragens/desempregadas/paradas. A proposta que fará a Câmara Municipal é que só/sozinho tenha uma fuera da estação para deixar viajantes que venham de localidades que estejam num rádio de 15 quilómetros e que não as tenha para pegar/apanhar viajantes, todos terão que sair da estação de autocarros. Dentro do citado rádio entram três povoações: Sierra de Fuentes, Casar e {Malpartida}.

Não é a primeira vez que se dá esta mesma situação. Se repete o sucedido em 1994 que levou à comissão de Segurança Via a pôr ordem/disposição. Nessa altura se acordou que os autocarros de povoações próximas só/sozinho poderiam deixar viajantes sem bagagem e numas paragens/desempregadas/paradas concretas que se estabeleceram pela comissão, além disso não se permitia pegar/apanhar viajantes fuera do recinto da estação.

Agora a Câmara Municipal recorre à Junta, já que, segundo um relatório/informe da secretaria-geral do passado 28 de Fevereiro, é a competente. O que sim se faz a Câmara Municipal é a citada proposta. El sítio das paragens/desempregadas/paradas dependeria da decisão que tome a Junta, que pode consultar à Câmara Municipal os lugares adequados.

Mateos fundamentou ontem a decisão tomada na quarta-feira no regulamento de ordenação do transporte terrestre, que estabelece que nas povoações que disponham de estações de viajantes será precetiva sua utilização pelas linhas de transporte interurbano, salvo que a Junta, prévio relatório/informe da Câmara Municipal, autorize outros lugares de paragem/desempregada/parada. El vereador recordou que a utilização da estação não é para as linhas de curto percurso/percorrido que decorram pelas imediações da cidade, que no caso de Cáceres é de 5 quilómetros. Não há nenhuma dentro deste rádio, motivo pelo qual no fim se tem acordado alargá-lo a 15, mas com uma única paragem/desempregada/parada.

Desde a direção geral de Transportes da Junta se respondeu ontem que ainda «não se tem conhecimento oficial da proposta do Ayuntamiento de Cáceres» e que uma vez que se receba e analise se dará uma resposta.

Mateos explicou ontem que em Maio de 2017 se manteve uma reunião com os responsáveis da estação de autocarros para abordar este problema, «se fixou um novo encontro para dez dias depois, se desculparam uma hora antes» e não se voltaram a dirigir à Câmara Municipal.

USUÁRIOS / A decisão anunciada na quarta-feira não tem gostado aos usuários. «Não é o mesmo esperar aqui que ter que ir à estação», comentou Isabel Portillo, que ontem esperava na avenida da Ruta de la Plata o autocarro que lhe tinha que levar a Navas del Madroño. Vem a Cáceres diariamente por motivos laborais. Se leva-se à prática a decisão municipal afirma que terá que contactar com outros vizinhos/moradores de {Navas} que tenham que deslocar-se a Cáceres para «partilhar carro».

«Tenho carro próprio, mas uso o autocarro porque sai mais barato. Não vejo justo que me façam ir até à estação. Não iria. O que faria seria pegar/apanhar meu carro», apontou Rufino Vivas enquanto esperava na mesma paragem/desempregada/parada ao autocarro de Casar de Cáceres. Sergio Trejo é um estudante de {Malpartida} que vai diariamente ao instituto/liceu Hernández Pacheco, «seria um prejuízo para os que estamos no Pacheco, se tenho que ir até à estação perderia o autocarro ao que me {subo} agora e teria que esperar até ao seguinte».

José Vicente Mendoza, presidente de Rádio Táxi, assegurou ontem que o que faz a Câmara Municipal é «fazer cumprir o regulamento». Mendoza recordou que no fim o uso excessivo de paragens/desempregadas/paradas fuera da estação de autocarros está a dar como resultado que «se abrem os maleiros para pegar/apanhar os bagagens e os viajantes não estão pendentes de trânsito, além disso os autocarros se põem em metade da calçada». «Se está parando pelos autocarros onde não se deve e se ocupam faixas de rodagem de circulação/trânsito», acrescentou Mendoza.

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