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El Periódico Extremadura | Sexta-Feira, 3 de abril de 2020

A cadeira pendente de Cáceres

José Luis Bermejo
08/03/2020

 

Canal de Isabel II poderá acometer por fim a melhoria do {bombeo} de água entre a cauda do albufeira de Alcántara e o {Guadiloba}. Desde/a partir de a toma que está na bacia do {Almonte} até ao albufeira cacerenho. O segunda tentativa para adjudicar os trabalhos já tem uma empresa que está interessada e que cumpre as condições requeridas por Canal, que tem a concessão da gestão da água. Se não surgem inconvenientes, poderá por fim adjudicar-la e a obra se iniciará nuns meses.

Trata-se de renovar as bombas que estão submersas e as que estão na superfície e que impulsionam a água, e também de aumentar a capacidade de água que se pode transvasar, que não passe como agora, com dias em verão nos que o consumo entre Cáceres, Sierra de Fuentes e Malpartida é maior que a água que se pode trazer desde/a partir de a toma da bacia do {Almonte}.

Ter um abastecimento de água com garantias é a principal cadeira pendente que tem Cáceres. O transvase desde/a partir de a cauda do albufeira de Alcántara nunca deixou de ser uma solução provisória desde que se executou e pôs em marcha em 1992, embora aos poucos vá apresentando-se como definitiva porque agora não há outra opção.

A resolução do segundo concurso que convocou Canal volta a trazer à atualidade um problema ao que o Ministério para a Transição Ecológica tem que encontrar uma solução. Deve decidir se por fim o transvase de água desde/a partir de Portagem e o albufeira de Gabriel e Galã fica totalmente descartado (outra coisa será pedir responsabilidades pelo fracasso nesta investimento após uma despesa milionário), se cabe a revisão da proteção que faz quinze anos se deu ao {Almonte} e que levou a descartar a construção de um albufeira águas em cima do ponto desde/a partir de onde se {bombea} agora ou se som viáveis e eficazes as alternativas que tem posto sobre/em relação a a mesa a Universidad de Extremadura através da Escola Politécnica.

Por enquanto o governo municipal voltou a pedir à Confederação Hidrográfica do Tejo uma concessão de águas para o abastecimento à população de Cáceres com o transvase desde/a partir de o rio {Almonte}, na cauda do albufeira de Alcántara, até ao {Guadiloba}. Não é a primeira vez, já o apresentou em 2007 e em 2011 se arquivou. Agora voltou a tentá-lo para com a concessão ter mais garantias no abastecimento à cidade desde/a partir de a toma do {Almonte} (o albufeira de Alcántara, sobre/em relação a o que também tem uma concessão Iberdrola).

Entre setembro e Dezembro do ano passado, Iberdrola e a Confederação Hidrográfica do Tejo mantiveram o albufeira de Alcántara acima da taxa 194, apesar de que teve muitos dias que roçou esse limite que marcava a diferença entre que Cáceres estivesse numa situação de normalidade ou de prealerta de seca. Sem essa toma, dada a escassez de contribuições que tem a bacia do {Guadiloba}, Cáceres fica sem fornecimento de água, um possível cenário que obriga a encontrar já uma solução para um abastecimento de garantias para a cidade.

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