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El Periódico Extremadura | Sábado, 25 de janeiro de 2020

A cadeia emite um informe favorável para o terceiro grau dos hoteleiros

Os empresários foram condenados a dois anos e o primeiro entrou em Outubro. Um comité de prisão o propõe e o manda a Procuradoria para ver se o juiz está de acordo

G. GUERRA
03/12/2019

 

A cadeia cacerenha tem emitido um primeiro informe favorável para conceder o terceiro grau  aos onze hoteleiros condenados pelos ruídos de La Madrila. Segundo confirmam a este jornal fontes do centro penitenciário, o estudo foi redigido por um comité de profissionais que trabalham com os presos e que, «estando bem motivado», pode promover que «o juiz conceda «o terceiro grauao ter todos condenações inferiores a cinco anos». Por enquanto, não se precisa se esta resolução por parte do centro se tem emitido para todos os hoteleiros que se encontram em Cáceres II.

O regulamento penitenciário estabelece que depois de que a Junta de Tratamiento do centro assine o informe tem que elevá-lo à direção da cadeia, que deve dar a aprovação e mandarlo a Procuradoria para ver se o juiz está de acordo. Se o magistrado o rejeita, a decisão se pode recorrer a um tribunal superior e se finalmente o juiz dá a aprovação, os empresários poderão optar a um regime de semiliberdade. Para oferecer seu veredito, o juiz valorizará se os internos têm indemnizado às vítimas, um ponto que cumpriram todos os internos salvo um.

Cabe relembrar que os empresários foram condenados a pagar quase 100.000 euros aos vizinhos queixosos e a penas de prisão de entre dois anos e três meses e dois anos e nove meses. Como neste caso a pena não supera os cinco anos, só têm que cumprir um terço da condena, isto é, de quatro a seis meses, para poder acolher-se aos benefícios penitenciários.

Após a sentença, os empresários tentaram evitar a cadeia e solicitaram um indulto ao Governo central mas finalmente o conselho de ministros rejeitou sua petição e as notificações judiciais começaram a chegar em Outubro. Foi precisamente a princípios desse mês quando ingressou o primeiro dos onze condenados, o que fora proprietário de La Belle. Nas semanas sucessivas fizeram o próprio de forma faseada o resto de proprietários (Down, Maquiavello, Latino’s, La Corda, Sugar e um de Saltos), salvo o de Barroco, que ainda não tinha recebido ainda o veredito sobre o indulto e fê-lo em meados de Novembro.

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