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El Periódico Extremadura | Sexta-Feira, 20 de septembro de 2019

Cáceres o Velho teme um efeito chamada e pede vigilância para travar aos {okupas}

O proprietário das duas casas ocupadas já tem posto a denúncia para que se inicie o trâmites de despejo. No bairro há mais habitações vazias e exigem a seus proprietários que ponham os meios para que ninguém entre

SIRA RUMBO
11/09/2019

 

Los vizinhos/moradores de Cáceres o Velho temem um efeito chamada e que mais {okupas} acedam de forma ilegal a outras habitações vazias do bairro. O passado sábado dois famílias ocuparam duas casas da rua Los Gerânios e os residentes mostram-se preocupados. Exigem aos proprietários destas casas desabitadas que ponham os meios para evitar estas situações, como segurança privada ou o murado das portas. E à Câmara Municipal, onde ontem reuniram-se com o presidente da Câmara Municipal, Luis Salaya, mais presença policial que espante aos {okupas}.

«É um bairro trabalhador, humilde, onde há um monte de meninos pequenos e temos a satisfação de que aqui podem correr e jogar na rua. Se vem pessoas para bater o pau ou a fazer coisas que não devem já não vamos a deixar a nossos filhos nas ruas e não podemos permitir isso. Temos que pôr todos os meios e pôr travão para que isto não passe», assinalou Abraham Holgado, um dos vizinhos/moradores da rua na qual acabam de ocupar as duas habitações.

Los inquilinos ilegais (são pelo menos uma dúzia, entre os que se encontram meninos) chegaram ao bairro a madrugada do passado sábado. Acederam a dois habitações que pertencem a uma comunidade de proprietários com piscina comunitária, onde residem outras 36 famílias. Rebentaram as fechaduras das {cancelas} e das portas de entrada para alojar-se. Los vizinhos/moradores, nada mais inteirar-se, informaram do acontecido à polícia, que foi ao bairro para identificá-los. Precisamente a {intranquilidad} que se respira na zona vem motivada pelo perfil que tem transcendido dos {okupas}: Pessoas com numerosos antecedentes por roubos e assaltos com violência e posse ilícita de armas.

No bairro, até agora, não têm cometido nenhum ato delituoso, para além de contrafazer os contadores de luz e água para {engancharse} à rede comunitária e de fazer uso de as zonas comuns sem autorização. A comunidade já o denunciou. «{Invito} a que toda as pessoas que queira vir às casas que estão desocupadas a que as comprem como fizemos os demais e se esforcem como fazemos todos. Não {rechazamos} a ninguém mas a ninguém que venha com a legalidade na mão», insistiu Holgado. Estas habitações se entregaram no ano 2003 e foram de rendimento média/meia.

CONCENTRAÇÕES MASSIVAS / Desde no domingo passado os vizinhos/moradores levaram a cabo manifestações pacíficas no bairro para pressionar aos {okupas} e conseguir que se vão embora. Ontem corria o rumor de que, diante da pressão social, tinham abandonado as habitações, embora ninguém tem podido confirmá-lo. A última vez que se lhes viu foi na segunda-feira à primeira hora da manhã. Desde então nem se lhes ouve nem se observam movimentos dentro. Pelo sim pelo não, o proprietário das duas casas, a construtiva {Proexsa} (são dois habitações que nunca se chegaram a vender), já tem interposto a denúncia correspondente para que o tribunal possa iniciar/dar início os trâmites para o evacuação. «Quando já não estejam dentro poderemos dormir tranquilos», assegura Holgado. Até agora temem mesmo abrir suas janelas, por receio de que possam coar-se em suas casas, e têm tirado seus veículos da rua para evitar que sofram danos.

Por seu lado a Câmara Municipal tem ordenado incrementar a presença policial para previr altercações. «Temos claro que tudo o que passa em Cáceres é nosso problema embora não seja nossa competência (este caso não lhes {compete}) e se algo preocupa tanto/golo aos vizinhos/moradores de um bairro entendemos que temos de atuar», esclareceu o presidente da Câmara Municipal. Salaya insistiu em que «a Câmara Municipal vai ser totalmente intransigente com esta situação. Se alguém tem problemas para aceder a uma habitação vai a encontrar tudo o apoio dos serviços sociais, mas esta não é nem a via nem a forma desejável e na Câmara Municipal, ninguém que aceda a uma habitação de forma ilegal vai a encontrar nem aceitação nem passividade».

Ao fecho desta edição seguia/continuava convocada uma nova concentração na rua para exigir aos {okupas} que abandonem o bairro. Dizem que o seguirão/continuarão fazendo até que tenham confirmado que já não estão dentro das casas.

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