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El Periódico Extremadura | Sábado, 23 de septembro de 2017

As testemunhas mantêm que a casal/par de Arroyo tinha uma boa relação

Tanto/golo os pais da falecida como amigos e conhecidos do casal. Faltam ainda por conhecer-se as notas informativas do forense. O acusado/arguido continua em prisão

SIRA RUMBO caceres@extremadura.elperiodico.com CÁCERES
14/09/2017

 

As testemunhas confirmam que o casal de Arroyo de la Luz mantinha boa relação e que entre eles não existia problema algum, pelo menos que fora público. Assim o manifestaram às perguntas do juiz titular do Tribunal/réu/julgado de Instrução Número 6, que se encarrega do caso ao ser o que leva os de violência de género, tanto/golo os pais da falecida como amigos e conhecidos da casal/par (entre eles o chefe do acusado/arguido). Estes últimos têm emprestado declaração durante nesta semana, nomeadamente ontem e na terça-feira.

Na semana passada contaram sua versão dos factos/feitos também os pais do acusado/arguido e as filhas do casal, de 8 e 11 anos. A estas últimas se lhes tomou declaração por videoconferência para proteger sua intimidade. Após o sucedido estão baixo/sob/debaixo de a tutela de seus avós maternos. Cabe {recordar} que não constavam denúncias prévias na polícia por maus-tratos.

Os factos/feitos aconteceram a amanhã do passado 24 de Agosto, quando uns vizinhos/moradores alertaram à Guardia Civil alarmados pelos gritos. A sua chegada à habitação, no número 10 da rua Escobar em Arroyo de la Luz, os agentes encontraram-se à mulher falecida (Sofía Tato, 41 anos), ao acusado/arguido ferido de arma branca (Santiago Cámara, 42 anos) e às dois filhas. O acusado/arguido foi ingressado no hospital São Pedro de Alcántara com prognóstico reservado, onde lhe foi tomada declaração dois dias después do acontecimento. O 30 de Agosto foi dado de alta e o tribunal ordenou seu rendimento em prisão provisória.

Ela morreu duma punhalada no coração e ele apresentava lesões de arma branca, concretamente uma punhalada no peito e vários cortes em diferentes partes do corpo. Estas feridas lhe mantiveram quase uma semana ingressado num centro hospitaleiro. Sua defesa, que exerce o advogado cacerenho Emilio Cortés, tentará alegar legítima defesa, já que o acusado/arguido sustenta que foi a falecida a que tentou matarle a ele primeiro enquanto dormia e que as feridas se as fez ao tentar {zafarse} dela.

EM DEFESA PRÓPRIA / Na sua primeira declaração no tribunal assinalou que quando ainda estava dormido sua mulher lhe pregou o faca no tórax. Depois se iniciou um forcejo entre ambos que terminou com o arma branca pregada no peito dela, punhalada que acabou com sua vida. As notas informativas do forense, que ainda não estão concluídos, confirmarão ou desmentirão esta versão.

O caso se tramita desde o princípio como violência de género. A razão não é outra que a lei contra a violência de género estabelece que sempre que uma mulher é assassinada a mãos de seu casal/par deve considerar-se desta maneira. O objetivo é proteger à vítima e previr que pudesse existir uma nova agressão. De facto, mesmo embora as notas informativas forenses corroborassem que o acusado/arguido atuou em defesa própria o caso seguiria/continuaria instruindo's como violência de género.

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