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As contas incluem a mudança na linha 3 e o escritório da polícia

Justificam a descida de investimentos na «irresponsabilidade» do anterior executivo. «Este orçamento prevê melhorar serviços públicos e apostar em os bairros», sustentam

 

O presidente da Câmara Municipal, Luis Salaya, e a vereadora de Economia, María Ángeles Costa, apresentam as contas. - FRANCIS VIILLEGAS

G. GUERRA
05/12/2019

El próximo orçamento inclui a mudança na linha de autocarro que chega ao hospital universitário e o escritório da Policia Municipal em Aldea Moret. Estas dois são das grandes investimentos que contempla a Câmara Municipal no rascunho/esboço/minuta das contas municipais para 2020 que apresentou esta quarta-feira o presidente da Câmara Municipal, Luis Salaya, junto à vereadora de Economia, María Ángeles Acosta.

Segundo detalhou o regedor municipal o orçamento alcança os 68.367.242 euros, 752.429 euros menos que nas últimas contas que se aprovaram. Cabe {recordar} que em 2019 não chegaram a aprovar-se e se alargaram as de 2018. Descem também os investimentos previstas para o próximo exercício devido, expôs Salaya, à perda dos rendimentos do cânone da água (2,3 milhões) e o {IBI} (um milhão). Nessa linha, justificou esta descida de rendimentos na «irresponsabilidade» do anterior plantel/elenco de governo e anotou que a equipa de Governo tem tentado compensar essa baixa com a arrecadação do imposto pela instalação de plantas fotovoltaicas (2,8 milhões) uma vez que se aprove a modificação do plano de urbanismo. Também fez finca-pé na posta em marcha de um mecanismo de controlo para os imóveis que não pagam {IBI}. Quanto às investimentos reais, à parte do recarga das equipas informáticas da Câmara Municipal (283.000 euros), os processos com maior/velho dotação serão a que afeta à modificação da linha 3 de autocarro após a insistência popular (160.000 euros), a adaptação do antigo centro de exames de conduzir para convertê-lo em escritório da Policia Municipal em Aldea Moret (100.000 euros).

Agora, após a apresentação do rascunho/esboço/minuta, se abre um prazo de dez dias para que coletivos apresentem as suas propostas aos orçamentos participativos, que manterão o milhão de euros. Terá que passar por plenário/pleno e não se aprovará, se finalmente sai adiante, até Janeiro.