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El Periódico Extremadura | Quinta-Feira, 23 de novembro de 2017

As alunas do conservatório de dança poderão seguir/continuar formando's neste ano

Trata-se de estudos não {reglados} mas servirá para que não percam a prática. Terão um curso ponte/feriado à espera de que se abra o ciclo Profissional

SIRA RUMBO
08/09/2017

 

As alunas do conservatório de dança que o curso passado se regularam do ciclo Elementar poderão seguir/continuar estudando durante neste ano. A Associação de Mães e Pais ({Ampa}) do centro conseguiu que a assembleia provincial ponha um curso ponte/feriado à espera de que se abra o grau/curso universitário Profissional, para o curso 2018/2019. Trata-se de uma formação não {reglada} mas que permitirá às 35 alunas seguir/continuar formando's e não perder a prática na dança.

Cabe {recordar} que a instituição provincial decidiu abrir o conservatório de dança Elementar faz quatro anos e o passado curso as alunas que começaram seus estudos terminaram este ciclo, de quatro cursos. Encontravam-se com um problema porque nem na província de Cáceres nem na região se pode cursar hoje em dia o ciclo Profissional (o superior ao Elementar); se queriam continuar deviam ir-se embora a Madrid ou a {Sevilla}, onde se encontram as escolas mais próximas.

Perante esta situação os pais começaram a mobilizar-se para reivindicar que se {abriera} o Profissional mas, devido à impossibilidade de que isto seja uma realidade este curso a assembleia provincial tem oferecido esta alternativa. Já lhes tem anunciado de maneira telefónica (ontem estava prevista uma reunião com o deputado de Cultura, Álvaro Sánchez Cotrina, mas foi suspendida ao encontrar-se este em Mérida no ato institucional pelo dia da Extremadura) que custeará o curso ponte/feriado, que suporá oferecer umas oito horas à semana para que estas alunas possam seguir/continuar formando's. O que ainda não está decidido é se se contratará a um novo professor ou se essas horas poderão cobrir-se com os docentes que já tem a escola. Este curso se oferecerá também no complexo cultural São Francisco, onde se encontra o conservatório de dança.

A SEGUNDO /Os pais solicitavam além disso que as alunas que {realizaran} este curso ponte/feriado pudessem no ano seguinte realizar as provas para aceder diretamente a segundo curso de Profissional e não perder assim um ano. No entanto isto ainda não se tem esclarecido. Não obstante mostram-se satisfeitos. «Estamos muito contentes porque o conseguimos. Não podíamos deixar na estacada a estas 35 meninas», dizia ontem o presidente do {Ampa}, Ángel Luis Melchor.

Por outro lado, sobre/em relação a a abertura do conservatório de dança Profissional ainda não receberam resposta. A sua posta em marcha é competência da Junta de Extremadura, administração com a que já mantiveram reuniões. Nestes momentos o executivo está a estudar se é viável e o custo que suporia embora, segundo parece, será uma realidade no curso que vem. Fica por definir o lugar no qual se localizará (a Câmara Municipal ofereceu o prédio {Valhondo}).

Os pais começaram a mobilizar-se em meados deste ano e conseguiram envolver a toda a sociedade cacerenha. Iniciaram uma recolha de assinaturas através da plataforma on line ‘{Change}.{org}’ onde têm conseguido mais de 2.200 adesões. Na petição/pedido faziam referência à necessidade de implantar um conservatório Profissional na cidade para que os estudos de dança fossem mais completos. Não tinha sentido, diziam, que na capital cacerenha se desse o grau/curso universitário de Elementar e as alunas que terminassem, com onze ou doze anos, tivessem que sair do núcleo familiar para seguir/continuar formando's.

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