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El Periódico Extremadura | Segunda-Feira, 25 de junho de 2018

Arrancam as obras para remodelar o Museu Municipal, que reabrirá neste ano

A reforma contará com um orçamento de quase 160.000 {€}. O imóvel levava dois anos fechado. Terão duas fases, uma para resolver problemas estruturais e outra para acondicionar o espaço

G. G.
08/03/2018

 

El Museo {Municipal} inicia su puesta a punto. El imóvel histórico arranca seu reforma para reabrir neste ano. Embora estava previsto que as tarefas de acondicionamento se iniciassem antes de que acabasse o 2017, os trabalhos se iniciaram faz duas semanas e os operários já moldam o espaço para solucionar os problemas estruturais dos que está {aquejado} o prédio.

Por enquanto, segundo destaca a Câmara Municipal, os trabalhadores já têm efetuado trabalhos de limpeza e já exercem sobre/em relação a o prédio e as paredes para resolver as deficiências da infraestrutura. A Câmara Municipal detalha que a reforma se acometerá em duas fases: a primeira, que já está a funcionar, atenderá aos estragos do prédio, e a segunda, consistirá em acondicionar o espaço expositivo. El orçamento com o que contará a remodelação ascende a quase 160.000 euros. Uma primeira verba/partida de 60.000 euros procede dos orçamentos municipais de 2017 e outros 100.000 euros acabam-se de aprovar nas contas deste ano. Não há data de finalização das tarefas e não há data de reabertura, mas o acordo/compromisso municipal é que se materialize neste ano, segundo anunciou faz uns meses a Câmara Municipal.

Assim, o espaço artístico da praça/vaga Publio Hurtado as suas portas como museu após dois anos sem atividade. Esta será a segunda reabertura para o prédio já que durante a legislatura de Carmen Heras também se manteve fechado durante vários meses para acometer reformas. El objetivo na altura própria foi incorporar novas salas expositivas e melhorar em acessibilidade -renovou o telhado, acrescentou um elevador e uma escada de emergência-. A obra nessa altura contou com um orçamento de 220.000 euros e o equipamento ascendeu a 106.000 euros. Inaugurou nova etapa em 2010 e manteve a atividade até 2015 quando voltou a {echar} o fecho.

El museu municipal ocupa a Casa Mirone, um {palacete} do século XV, consta de 500 metros quadrados distribuídos em três plantas e 13 salas para expor património histórico. Abriu como museu em 1999 embora três anos antes a sala dedicada a Massa Solís estava aberta ao público.

2018, ANO DE REABERTURAS // Após a segunda remodelação em 2010, o museu reordenou a distribuição do património histórico exposto. A mostra permanente mostrava desde fundos documentários, planos antigos, uma escultura de São Jorge, uma coleção de selos reais em madeira do século XV até uma reprodução duma escultura policroma antiga de São Jorge. El propósito para além de dispor os fundos municipais históricos era servir como espaço do património contemporâneo como quadros do pintor Juan José Narbón, pinturas cedidas, obras vencedoras da bienal do Gravado, mesmo albergou o arquivo completo de fotografias de Marchena, com instantâneas do século XIX que se expôs de maneira permanente até que o prédio fechou as suas portas cinco anos depois.

A reabertura do museu municipal soma-se à de outros espaços que a capital cacerenha incorpora no que vai de ano. A cidade recuperou faz escassos meses a sala Capitol, centro cultural que se encontrava fechado também desde há mais de dois anos. A sala da rua {Margallo} inicia uma nova etapa gerida por Maltravieso Border Scene e programa desde princípios de ano. Faz uma semana o centro histórico também somou um novo recurso turístico, a Torre das Cegonhas, a mais alta da zona monumental. Após um acordo do Consórcio Cáceres Cidade Histórica com Defesa, proprietária do imóvel, os cacerenhos e visitantes podem subir ao miradouro gratuito e observar as vistas mais largas da cidade.

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