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El Periódico Extremadura | Segunda-Feira, 25 de septembro de 2017

O anestesista que atendeu a {Nagore} sustenta que se atuou «devidamente»

Defende a mesma versão que os ginecólogos que a assistiram no parto. A jovem faleceu após uma cesariana. Sua família acusa ao SES de homicídio imprudente

SIRA RUMBO caceres@extremadura.elperiodico.com CÁCERES
12/09/2017

 

O anestesista que assistiu a {Nagore} {Orcera}, a jovem que faleceu após {serle} praticada uma cesariana no hospital São Pedro de Alcántara em Agosto do ano passado, assinala que «se atuou devidamente» durante o parto e depois. Ontem emprestou declaração no Juzgado de Primera Instancia e Instrução Número 3, que se encarrega do caso. Defende a mesma versão que seus companheiros ginecólogos que a atenderam, aqueles que sustentam também que se atuou segundo os protocolos estabelecidos. Estes últimos emprestaram declaração em Maio e em Junho.

Os factos/feitos aconteceram após dar à luz a o seu segundo filho por cesariana. Horas depois da operação começou a sangrar, pelo que teve que ser intervinda uma segunda vez. Faleceu no dia seguinte de ter a seu filho por um falha multi-orgânica provocado pela perda de sangue. A família apresentou uma queixa-crime criminoso/criminal contra o Servicio Extremeño de Salud (SES) por homicídio imprudente porque considera que a jovem morreu devido «aos defeituosos cuidados» que recebeu no hospital. Ela tinha tido um gravidez normal/simples e estava em perfeito estado de saúde.

Ontem o anestesista assegurou também que antes de voltar a intervir a {Nagore} se lhe administrou um fármaco {coagulante} para deter a hemorragia que sofreu, como também declararam os ginecólogos. Esta versão difere com a da família, que sustenta que esse medicamento não se lhe deu porque se tinha esgotado no hospital, tal como lhes disseram esse dia. De facto a acusação particular, exercida pelo advogado Daniel López em representação da família, sustenta que nos relatórios facilitados não aparece que se lhe {administrara} dito fármaco.

O advogado solicitará agora mais provas da farmácia do hospital para que se especifique se esse dia esse medicamento estava disponível. Enquanto, está à espera dos relatórios do forense (no momento do falecimento não se lhe praticou autópsia), que detalharão se teve ou não negligência.

COMPLICAÇÕES / Os ginecólogos asseguram que {Nagore} {Orcera}, de 30 anos, faleceu por causa de uma complicação que teve no parto, denominada {embolismo} de laje {amniótico}, uma complicação que se dá num de cada 80.000 partos. Acontece quando o laje {amniótico} entra em contacto com o torrente sanguíneo da mãe e chega até os pulmões, provocando-lhe um colapso pulmonar e como consequência de isso um erro {cardíaco} (ontem o anestesista disse que morreu por causa de uma complicação mas não detalhou de que se tratava ao não ser perito nessa matéria).

Pelo contrário a acusação particular sustenta, tal como indicou na queixa-crime que apresentou no tribunal, que {Nagore} faleceu por uma «{atonía} uterina», que se produz quando não se contrai o útero após o parto, o que pode provocar um forte sangrado, tal como ocorreu-lhe a ela.

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