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El Periódico Extremadura | Sexta-Feira, 24 de janeiro de 2020

Ambientalistas denunciam a derruba de árvores em avenida de A Hispanidade

Pedem explicações pela poda do {ombú} «desproporcionada» na praça/vaga do arquivo . Urgem a Salaya a que ponha em marcha a ordenança do árvore na cidade

GEMA GUERRA epextremadura@elperiodico.com CÁCERES
14/01/2020

 

Ecologistas denunciam a derruba de árvores na avenida de A Hispanidade. É a associação Cáceres Verde a que fez pública a queixa depois que de dois operários de Parques e Jardins cortassem dois exemplares numa praça/vaga de vizinhos à altura do palácio de justiça. A polémica reside em que o espaço no qual encontram-se os árvores é de acesso público mas de titularidade privada e sua competência e manutenção depende os vizinhos/moradores da condomínio Os Jardins.

Segundo relata uma representação do coletivo ambientalismo, Pilar Bacas, a petição/pedido da derruba foi requerida à Câmara Municipal pelos próprios residentes, que justificavam a decisão na sujidade e em que as raízes levantavam o acerado da praça/vaga e a ordem/disposição dos operários era cortar/fechar os sete exemplares que rodeiam a zona residencial.

A derruba a todo o momento contava com a autorização da Câmara Municipal. Nesse sentido, a câmara municipal justifica a autorização em tratar-se duma condomínio privada em qualquer caso, assegurou a este diário/jornal que os responsáveis da área de Meio ambiente puseram-se em contacto com os proprietários para oferecer-los alternativas a serrar os troncos.

Cabe {recordar} que o presidente da Câmara Municipal, Luis Salaya, teve como um dos eixos de campanha eleitoral o cuidado das zonas verdes da cidade e ele mesmo assume as competências de Meio ambiente como vereador da área. De facto, este passado verão comprometeu-se a supervisiona «pessoalmente» cada derruba de árvores que se realize na cidade para comprovar que se faz «por um motivo imprescindível». «Se temos de fazer uma derruba, somente far-se-á por um motivo mais que justificado, quando possa existir um risco para a cidadania ou por alguma doença», pôs a manifesto. Salaya fez estas declarações após as críticas de coletivos ambientalistas pelo que consideram uma derruba «{ndiscriminada}» de árvores na avenida Virgem de Guadalupe ou na avenida Primo de Ribeiro.

Nessa linha, Bacas aproveita para anunciar que a associação Cáceres Verde também pedirá explicações pela poda «desproporcionada» do {ombú} que se encontra na praça/vaga do Conde de Canilleros junto ao arquivo histórico e a derruba de dois pinheiros no Parque do Príncipe.

ORDENANÇA DO ÁRVORE // Nesse sentido, urgem ao presidente da Câmara Municipal da cidade a que se ponha em marcha já a ordenança do árvore, para regular/orientar entre outras coisas, «que quando se derruba uma árvore se faz com uma razão concreta/concretiza». Esta nova norma também permitirá definir «que tipo de espécies se plantam e, quando vão desaparecendo as que existem, poder-se-ão ir substituindo por espécies que gerem menos problemas no asfalto e menos alergias para as pessoas». A nova norma do árvore é uma das propostas que fez o novo consistório em matéria de Meio ambiente juntamente com o aumento dos hortos públicos e a revitalização da Ribera del Marco.

Por outro lado, segue/continua sem resposta municipal a petição/pedido do coletivo para que se inclua o bulevar da avenida Virgem da Montanha no catálogo histórico da cidade e evitar por isso se execute a proposta do plano de mobilidade.

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