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El Periódico Extremadura | Sexta-Feira, 3 de abril de 2020

Aldea Moret pede que a sede policial abra todo o dia e tenha patrulhas nas ruas

Propõem a praça/vaga Primeiro de Maio após rejeitar a localização da Câmara Municipal «porque não é central». Apresentam que o escritório do bairro conte com seis agentes e esteja habilitada/tesoureira para registar denúncias

GEMA GUERRA
06/03/2020

 

Um escritório da Policia Municipal centralizadora, aberta as 24 horas e com agentes que patrulhem as ruas. Esta é a proposta que apresentam os vizinhos/moradores sobre/em relação a a nova sede policial que a Câmara Municipal pretende abrir no bairro. O projeto já tem fundos, 100.000 euros contemplados numa verba/partida dos orçamentos, mas ainda não se têm definido os detalhes. Tão somente tinha apresentado até agora a Câmara Municipal uma possível localização nas antigas instalações da Dirección General de Tráfico junto aos concessionários mas esta quinta-feira anunciou que procurarão outra opção depois de/após que tanto/golo coletivos como vizinhos/moradores {alegaran} que estava muito afastado do bairro.

Para as associações a prioridade é que seja central. «Nos negamos a esta proposta porque entendemos que está no periferia, não queremos que esteja afastada donde se necessita», põe de relevo Javier Moreno da associação de vizinhos/moradores Santa Luzia. Coincide nesta postura {Arístides} García, da associação Primeiro de Maio. «Não faz sentido nenhum que se gastem um dinheirão em ter um escritório escondido detrás de a Renault», expõe. Nesse sentido, apresentam como alternativa um local municipal da praça/vaga Primeiro de Maio que na altura própria se usou como armazém do Banco Alimentar. O próprio presidente da Câmara Municipal já anunciou que estão valorizando possíveis alternativas. Descartou o local da rua Rio {Tíber}, localização do que nessa altura foi o antigo quartel «porque é pequeno» mas postulou como opções as instalações do Instituto/liceu Municipal de Assuntos Sociais e «alguns locais municipais que há pela zona» mas sem precisar mais dados. Em qualquer caso, insistiu em declarações aos meios em que a decisão se acordará com os vizinhos/moradores.

Quanto aos serviços que oferecerá o escritório, os residentes reclamam que esteja aberta a qualquer hora e fazem finca-pé nas trabalhos de vigilância. «É uma procura de anos, queremos uma polícia que empreste um serviço por e para o bairro, necessitamos um ponto de atenção continuada as 24 horas, não como acontecia antes, queremos uma polícia constante no bairro, não que venha só/sozinho em horário de escritório», manifesta Moreno. Também pede o porta-voz dos vizinhos/moradores de Santa Luzia que o novo espaço esteja habilitado/tesoureiro para que se possam registar denúncias. Sobre/em relação a este assunto pronuncia-se também García, que precisa o número de agentes. «Temos proposto seis municipais», assegura a este diário/jornal.

Por enquanto não há data da próxima reunião com presidência da câmara municipal, não obstante, García já avança que apresentarão a criação duma comissão dos bairros do Distrito Sul, entre os que se inclui Aldea Moret, para fazer um seguimento do avanço deste tema e outros que preocupam ao bairro.

DO QUARTEL Aos ATESTADOS // Com esta medida Aldea Moret a Câmara Municipal prevê dar resposta a uma procura de vizinhos de décadas. A 1996 se remontam os primeiros anúncios sobre/em relação a a abertura de um {cuartelillo} da polícia. Desde então o assunto tem dominado o interesse/juro de presidências da câmara municipal embora só/sozinho se tem materializado a médias, de forma irregular e baixo/sob/debaixo de o argumento da escassez de fundos. Durante anos deu serviço um pequeno quartel na rua Rio {Tíber} embora fechou em 2003 e não chegou a reabrir-se na sua totalidade apesar dos esforços do governo tanto/golo de Heras em 2007 como de Nevado em 2011. O único serviço policial que manteve o bairro estes últimos anos é a Unidade de Atestados, mas a princípios de 2019, durante a segunda legislatura de Nevado, foi transferida à chefatura que se encontra junto à estação de Renfe. Desde então as queixas pela ausência policial na zona se produziram com frequência e nos últimos meses esta petição/pedido se tem recrudescido depois de/após uma vaga de roubos em carros/automóveis que obrigou aos vizinhos/moradores a criar patrulhas noturnas.

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