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El Periódico Extremadura | Domingo, 20 de outubro de 2019

A acusada do crime de Madrigalejo tentou apagar provas do assassinato

A Guardia Civil destaca seu «frieza» e recorda que mentiu quando foi detida. Os forenses acreditam que não sofre nenhum tipo de transtorno. Hoy se espera o veredito

SIRA RUMBO caceres@extremadura.elperiodico.com CÁCERES
09/10/2019

 

La acusada de acabar com a vida de seu casal/par a {martillazos} em Madrigalejo tentou apagar as provas do crime. Assim o acreditam os agentes do laboratório de {criminalística} da comando da Guardia Civil de Cáceres que realizaram uma inspeção ocular do cenário no qual se aconteceram os factos/feitos. Ontem explicaram na segunda sessão do juízo que, entre outras coisas, tinha dado a volta ao colchão e à almofada para tapar as manchas de sangue provocadas pelos golpes que tinha {asestado} a seu casal/par. Além disso tinha partes que estavam {decoloradas}, signo de ter tentado limpar-los. De facto as garrafas de lixívia estavam praticamente vazias. Na máquina de lavar roupa tinha, além disso, roupa lavando's e sobre/em relação a ela dois baldes cheios também de roupa. Depois, segundo afirmaram os agentes, reconheceu que era parte das vestimentas que ela e o falecido levavam ocasos o dia do assassinato. Queria apagar o sangue.

Os agentes salientaram também que a acusada não colaborou na investigação. De facto, segundo recordam, mentiu na sua primeira declaração sobre/em relação a a forma na qual acabou com sua vida: Lhes contou que lhe tinha {asestado} várias punhaladas e lhes mostrou mesmo o lugar no qual tinha depositado os facas. «Nos o disse com total acalma e serenidade, nos surpreendeu a frieza», assinalaram. O arma do crime, um martelo, foi encontrada no corredor, detrás de um móvel, como se tivesse querido também ocultá-lo.

Segundo as investigações de {criminalística} acabou com a vida de seu casal/par enquanto dormia, sem possibilidade de que pudesse defender-se. E advertiram que no cenário do crime não se observaram signos de que tivessem mantido uma briga anterior aos factos/feitos, como ela declarou (sua versão se baseia em que a vítima a maltratava e esse dia quis abusar dela pelo que «se voltou louca» e lhe deu com um martelo que tinha na {mesilla}). «Para nós a acusada aproveitou que o falecido estava dormido, lhe {asestó} golpes na cabeça para arrastá-lo depois à pocilga», asseguraram. Enquanto expunham seu relatório/informe os peritos mostraram à sala fotografias do cadáver da vítima, um homem de 69 anos feirante e ao que no povo/vila {apodaban} ‘Pepe o sorrisos’.

As imagens puderam vê-las os membros do tribunal do júri, a magistrada, a fiscal, o advogado da defesa e a própria acusada. Ela não retirou o olhar em nenhum momento, não mudou seu rosto, como se não lhe afetasse o que via. Nelas se observava o corpo totalmente calcinado. Assim foi como se o encontraram os agentes, depois de/após que a investigada tentasse desfazer-se dele pegandole fogo (antes tinha comprado um porco para que se {comiera} o corpo mas não o conseguiu).

19 GOLPES NA CABEÇA / Por seu lado os forenses que realizaram a autópsia ao falecido acreditam, segundo sua investigação, que primeiro lhe deu vários golpes na parte occipital da cabeça que lhe deixaram aturdido (aqui apresentava oito feridas). Depois a vítima se caiu da cama ao chão e a acusada lhe rematou {asestándole} mais {martillazos} na zona frontal da cabeça, onde tinha onze feridas. Uma destas foi a que lhe causou a morte porque chegou a partir-lhe o crânio. Assinalaram, não obstante, que não se pode acreditar que a vítima estivesse dormida no momento do crime. O cadáver também apresentava feridas compatíveis com as mordeduras de um porco (a Polícia Judicial examinou as conversações telefónicas e horas después do crime pediu a todos os seus contactos ajuda para comprar este animal). Na exposição dos peritos também mostraram-se imagens do falecido que viu a acusada. As observou tranquila.

Estes mesmos forenses realizaram também um reconhecimento à investigada. Destacaram que tem uma personalidade «anômala» mas que não se encontraram «antecedentes de doença mental, psicose, demência, atraso mental nem abstinência de substâncias tóxicas». Portanto, não conta com «nenhuma afetação significativa de suas capacidades».

Por outro lado o advogado defensor mostrou um relatório/informe de seu médico de atenção primária no qual se detalha que a mulher padece um «transtorno ansioso depressivo» e outro elaborado no centro penitenciário, onde se especifica que padece um «transtorno antisocial e de dificuldade de controlo de impulsos». Toma antidepressivos.

No fim do juízo a acusada pediu perdão. Agora o tribunal do júri deve reunir-se para {deliverar} e decidir se a consideram culpado ou inocente.

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