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El Periódico Extremadura | Domingo, 29 de março de 2020

¿A que jogo/partido {votamos} os católicos?

ANTONIO PARIENTE Párroco de San Blas
22/04/2019

 

No próximo dia 28 de Abril, os espanhóis estamos chamados às urnas para escolher a nossos representantes no Congresso e o Senado. A essência do sistema democrático é oferecer-nos esta oportunidade cada quatro anos para escolher aos que acreditamos que melhor representam nossos interesses. O assunto se as traz, mas no fundo completamente essa é a questão.

Ninguém pode dizer que seu voto não conta, todos têm o mesmo valor, de aqui a importância de participar, o que é um direito se deve converter também num dever. Nisto não há discussão, todos os documentos da Igreja acentuam esta realidade, ¡temos de votar!

O problema vem depois, quando tens que escolher o boletim de voto do jogo/partido ao que {quieres} dar teu voto, ¿Que nos dizem esses mesmos documentos? Se procuramos nomes concretos de partidos, não os vamos a encontrar, porque asseguram «que nenhum jogo/partido esgota o que significa ser católico hoje». ¿Deceção? Para alguns se calhar sim, e dizem «deveriam molhar-se mais», mas esta é a realidade.

{Echando} um vista de olhos à história, não há muito onde aprender, o primeiro jogo/partido de inspiração católica se calhar seja o {Zentrum}, fundado na Alemanha em 1871, nascido contra a política anticatólica do chanceler {Bismarck}, teve sua importância na política de coligações da época, mas desaparece em 1933. Sua inspiração a seguiram/continuaram os partidos democrata- cristãos, que nalguns países (Itália) têm funcionado até há pouco tempo.

Em Espanha, nas primeiras eleições democráticas, o fracasso de Joaquín Ruiz Jiménez e sua Federação da Democracia Cristã, embora conseguiu alguns assentos parlamentares no Senado, foi a renda para Democracia Cristã, que ficou, a partir desse momento, como corrente de pensamento dentro da {UCD}. As razões deste fracasso merecem um estudo e uma reflexão por parte de todos os implicados.

Ou seja, que ao mais que {llegamos} é que cada um segundo seu consciencializa decida qual é o agrupamento política que melhor se adequa a suas convições como cidadão que se considera religioso, e além disso católico. ¿Que percentagem dos que nos dizemos crentes temos em conta essa condição quando {depositamos} nossos envelopes nas urnas?

Carinhas (www.carinhas.é) se tem atrevido a lançar oito propostas muito concretas para construir uma sociedade mais justa, desde esta coluna te {invito} a que as {leas} e {decidas} qual das ofertas políticas se aproxima mais à consecução das mesmas.

P.D. ¡Viva {Notre} {Dame}!

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