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El Periódico Extremadura | Sábado, 25 de janeiro de 2020

20 horas sem água na ‘{pelu}’

Uma avaria obriga a {Vogue} {Style} a usar garrafões de água para lavar a uma centena de clientes

MIGUEL ÁNGEL MUÑOZ
06/12/2019

 

Não é a primeira ocasião que lhes acontece, mas o desta vez tem ido demasiado longe, nada menos que 20 horas sem água se tem atirado a cabeleireiro {Vogue} {Style}, situada na rua Viena e uma das mais concorridas de Cáceres. Às portas de um ponte/feriado feriado e com cem clientes na agenda, teve que usar garrafões para paliar o {desaguisado}. A avaria começou na quarta-feira em torno das oito da tarde e não se reparou até aproximadamente as cinco da tarde de ontem, explica sua proprietária, a estilista gaditana {Miriam} León.

«Na quarta-feira me avisa uma companheira de que não há água e outra me indica que estão fora os de Canal de Isabel II. Saio à rua e {pregunto} aos operários que passou. Me explicam que se tem rebentado uma tubagem do edifício e que têm cortado/dispensado a geral para evitar inundações». {Miriam} León lhes disse que porque é que não lhes tinham advertido da rotura/quebra que, como é lógico, lhes {pilló} de improviso e com a cabeleireiro cheio. «Me responderam que foi muito precipitado, que tinham que cortar/fechar, que dependia do seguro privado da comunidade».

A proprietária do negócio lamenta o sucedido embora o faz com esse sentido do humor andaluz que a carateriza ainda nos momentos difíceis: «Tivemos um dia de medo porque as pessoas quando chega uma ponte se acredita que vai-se a terminar o mundo e vêm todos a pentear-se e pôr-se giríssimos. Estamos ‘{atacaitos}’ porque {imagínense}, ¡sem água numa cabeleireiro!».

Em {Vogue} {Style} trabalham sete estilistas. Ao perguntar-lhe como se as {apañaron}, {Miriam} volta a {echar} mão de sua graça: «Com garrafões de água, ¡mais contentes!» Lhes salvaram as garrafas do supermercado Mas e algumas que lhes levou o guarda-redes do urbanização, mas muito poucas, «porque os vizinhos/moradores têm utilizado as cubas e ainda que nosso local paga comunidade do edifício, não nos pertence esse água de reserva. {Ay} que ver», conclui {Miriam} enquanto se afana com a mechas duma cliente, isso sim, controlando que não se derrame nem uma gota da {garrafita} que tem ao lado.

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