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O ‘caso das das carnes’ atirou 500 toneladas de resíduos em lixeiras

Quatro empresas estão imputadas por falsidade documentário e burla. A Guardia Civil tem confiscado 10.000 documentos físicos e eletrónicos

 

Resíduos de subprodutos de origem animal acumulados em camiões. - GUARDA CIVIL

G. G. epextremadura@elperoidico.om CÁCERES
04/12/2019

Os imputados pelo ‘caso das das carnes’ atiraram 500 toneladas de resíduos em lixeiras em lugar de destruí-los, tal como obriga a lei. Assim o recolhe/expressa a Guardia Civil depois de/após que tenha concluído a investigação e o juiz tenha levantado o secreto de sumário sobre/em relação a o caso. Tal como avançou este diário/jornal em Outubro, a benemérita realizou vários registos em empresas das carnes da província de Cáceres e {incautó} grande quantidade/quantia de documentação dentro duma atuação que investigava um suposto delito contra o meio ambiente na gestão de subprodutos de origem animal não destinados ao consumo humano.

Em relação, a Guardia Civil precisou ontem que a investigação, à que têm denominado ‘{Dispendium}’, se tem saldado com dez pessoas detidas e outras dez investigadas. Além disso se têm imputado {penalmente} quatro empresas acusadas de delitos contra os recursos naturais e delitos continuados de burla, falsidade em documentos oficiais, públicos e mercantis. Para isso, a benemérita tem realizado cinco bilhetes e registos em instalações e estabelecimentos das carnes em Cáceres e Salamanca, têm inspecionado dois empresas vinculadas com o transporte de animais vivos e se têm confiscado 10.000 documentos.

A INVESTIGAÇÃO // Os processos foram levadas a cabo por agentes do Serviço de Proteção da Natureza ({Seprona}), da Comando de Cáceres, e se iniciaram no mês de Agosto de 2017 «após detetar-se numa inspeção rotineira o trânsito e uso indevido de documentação, de carácter oficial, supostamente falsificada, que amparava o transporte de animais vivos (ganho de lida), com destino à celebração de festejos taurinos populares». Abriu-se nessa altura uma linha para investigar o controlo dos documentos para transportar subprodutos de origem animal. O tratamento destes resíduos está submetido a um estritos controlo e a lei {prohibe} expressamente que se depositem em lixeiras e obriga a sua destruição. As diligências foram remetidas ao Juzgado de Primera Instancia e Instrução número 3.

Finalmente, a Guardia Civil constata que em seu ‘{modus} {operandi}’ os imputados «estampavam na documentação selos de empresas inativas para dar aparência de validade e legalidade a esta atividade» e identificam «condutas relacionadas com a desvio e gestão fraudulenta de um volume aproximado em torno dos 500.000 quilogramas de subprodutos que não foram entregues nas plantas de tratamento ou destruição mas se depositaram em {muladares} a disposição da fauna silvestre, sem obviar outros prejuízos graves para o ambiente, em particular tendo presente que estes factos/feitos se têm executado em enclaves declarados como Espaços Naturais Protegidos, incluídos na Rede {Natura} 2000».