Menú

El Periódico Extremadura | Sexta-Feira, 24 de novembro de 2017

Vizinhos/moradores de São Roque convivem com um local convertido num lixeira

Está repleto de vertidos de todo o tipo e desprende um cheiro {naseabundo}. Vários {okupas} vivem nele. Temem que se produzam novos incêndios e pedem que se tomem medidas para murarlo

B. C. lcb@elperiodico.com BADAJOZ
05/09/2017

 

Sacos de plástico, garrafas, madeiras, papelões, roupas e {desechos} orgânicos se acumulam num imenso local comercial na esquina das ruas {Vicenta} García Miranda e Santo Cristo de la Paz, em São Roque, que se tornou num «lixeira» com o que têm que convivir as famílias que habitam os apartamentos superiores. Trata-se de um prédio de seis plantas e o local ocupa tudo o baixo/sob/debaixo de. Nele se têm instalado vários {okupas}, que dormem na parte interior, que não se vê desde a rua, e também, segundo o testemunho dos afetados, se utiliza como «área de fumadores».

O local foi em seu dia uma loja de móveis. Segundo os vizinhos/moradores, o comprou um cidadão português para montar seu negócio, mas finalmente não o fez e a propriedade ficou abandonada. Os montras se têm ido quebrando --só/sozinho fica um intacto-- e o local enchendo's de lixo, até tal ponto que desprende um cheiro {nauseabundo} que se aprecia desde vários metros de distância.

A antiga loja está completamente roubada. Têm arrancado o cablado elétrico, os falsos tetos e as tubagens. A zona na qual os {okupas} se refugiam dá com o pátio interior do prédio de habitações. O problema, segundo explica um dos inquilinos, se tem agravado desde no passado outono. Faz uns meses tiveram que sair de suas casas a toda pressa porque no local se declarou um incêndio e temem que se não se tomem medidas, se volte a repetir.

«Não podemos abrir as janelas e há ratazanas do tamanho de um cão», denunciam os afetados. Embora são os vizinhos/moradores dos apartamentos superiores os mais vítimas pela situação na qual encontra-se este local, também se sentem prejudicados outros muitos do ambiente, pois devem suportar o mau cheiro cada vez que passam perto. De facto, muitos se mudam de passeio/calçada para evitá-lo. Além disso, há uma avaria nas tubagens e do imóvel {mana} água ao acerado, que se tem enchido de {limo}. A policia municipal tem colocado umas grades neste troço, diante de os montras quebradas e deu transferência da situação na qual está o estabelecimento.

Os vizinhos/moradores não conseguem localizar ao proprietário deste imóvel, por isso pedem à Câmara Municipal que limpe e mure o local e depois lhe reclame os custos ao proprietário. Têm remetido numerosos escritos/documentos à Câmara Municipal, mas até à data não se deu solução a sua problema.

Pela rua Santo Cristo de la Paz, com grande trânsito de veículos, a vegetação oculta a situação dos baixos deste prédio, mas segundo alertam os vizinhos/moradores, num local contíguo nesta mesma via e do mesmo proprietário, já se têm quebrado os vidros do montra, pelo que poderia ocupar-se também e seguir/continuar a mesma sorte que o de ao lado. «Isto não é normal/simples que passe numa cidade como Badajoz», se queixa um dos afetados, que reconhecem que já não sabem a quem ir para que resolva uma situação que se está convertendo num foco de {insalubridad} e que pode pôr em risco sua integridade.

As notícias mais...