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El Periódico Extremadura | Segunda-Feira, 24 de septembro de 2018

Umas 320 famílias se têm beneficiado do {economato} social em quatro anos

O projeto tem vivido «momentos críticos» por falta duma subsídio estável para sustentarlo. Seu centro especial de emprego tem conseguido dois inserções de usuários e há 6 mais na saco/sacola/bolsa

B. C. badajoz@extremadura.elperiodico.com BADAJOZ
07/01/2018

 

Unas 320 famílias se têm beneficiado do {economato} social desde que abriu-se em setembro de 2013. Desde então vem atendendo a uma média/meia de 80 famílias por ano, que têm ido girando com o objetivo de poder/conseguir dar cobertura ao maior número de pessoas possível. Ainda assim, sempre há lista de espera.

O projeto, que não conta com subsídios estáveis e se sustenta através de ajudas pontuais de administrações públicas e outras entidades, tem atravessado momentos «críticos» durante este tempo, segundo reconhece seu presidenta, Mercedes Arias. Não obstante, tem conseguido seguir/continuar adiante e salvo seu fecho temporal de Dezembro de 2015 a Março de 2016, quando se mudou sua localização de um local do bairro de São Fernando à nave que atualmente ocupa no polígono industrial O {Nevero}, tem podido continuar oferecendo produtos ao 50% de seu preço no mercado a famílias que atravessam dificuldades económicas.

O {economato} recebe subsídios da Junta de Extremadura, a Diputación de Badajoz, a Câmara Municipal de Badajoz, bem como a de Fundação {CB} e a Obra Social da Caixa, mas são «pequenas quantidades/quantias» que estão sujeitas a prazos administrativos e exigências e às que optam também outras muitas associações com seus projetos. «Até agora temos podido seguir/continuar a {trancas} e {barrancas}», aponta Arias, cuja aspiração é que este serviço, no futuro, se cubra em grande parte através da autofinanciamento.

Para isso, pôs-se em marcha um centro especial de emprego, que recebeu a nota como tal no passado mês de Agosto. Com esta iniciativa se pretende empregar a usuários do {economato} com deficiência e obter fundos para a compra de alimentos através das subsídios que se recebem por estes postos. Por enquanto, se conseguiram a contratação de duas pessoas como vigilantes no parking aberto pela Fundação Dolores Bas na rua Joaquín Costa, que explora uma sociedade limitada.

Mercedes Arias reconhece que o centro especial de emprego acaba de começar a andar, mas {confia} em que as contratações conseguidas aumentem. Agora há seis desempregados na saco/sacola/bolsa.

DESPESAS ELEVADAS/ Apesar de que o dinheiro é escasso e as despesas «muito elevados» --à compra dos alimentos se somam o aluguer que pagam pela nave e a despesa em eletricidade-, o {economato} tem seguido/continuado incrementando suas prestações. Assim, tem alargado a sua oferta de produtos com alimentos especiais para pessoas com intolerâncias alimentares, que são mais caros que os convencionais e que eles vendem também a metade de preço. Nestes momentos, segundo explica seu presidenta, se está elaborando um registo de famílias necessitadas com membros com intolerâncias alimentares através das diferentes organizações que se encarregam da distribuição de comida/almoço, para que sejam derivadas ao {economato}.

Neste sentido, Arias destaca a colaboração da Fundação Banco Alimentar de Badajoz, que lhes tem entregue os produtos deste tipo reunidos na grande recolhida que realizou antes de Natal e que, por sua vez, o {economato} tem podido oferecer de maneira gratuita a seus usuários.

Também se conta com a ajuda das Cáritas Parroquiales de San Juan de Dios y la Concepción, que financiam de 25% do custo dos produtos que adquirem as famílias que derivam ao {economato}, que nestes casos só/sozinho tem que custear outro 25% e não o 50%.

REDE DE SERVIÇOS BÁSICOS/ Arias reconhece que qualquer tipo de ajuda é «boas-vindas/bem-vinda», embora não pretendem diminuir doações ao Banco Alimentar, que é o que a instituição «mais idónea» para realizá-las, segundo defende. Se pode colaborar com uma quota simbólica de 5 euros por mês, bem como oferecendo diferentes serviços às usuários do {economato} a preços especiais. A este acordo já se têm aderido um cabeleireiro, um oficina mecânico e uma clínica de {odontología}, que lhes fazem um desconto do 50%. A intenção é fortalecer esta «rede de serviços básicos», o que também supõe uma poupança importante para as famílias.

Agora o {economato} social só/sozinho abre uma vez por semana, mas a ideia é que se alargue a dois uma vez que se recebam recursos para poder/conseguir encher as estantes, agora meio vazias após o período natalício.

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