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El Periódico Extremadura | Terça-Feira, 18 de dezembro de 2018

Uma trintena de bares da região se somam ao código ético assinado em Badajoz

Negócios de Cáceres e Navalmoral se {adherirán} ao decálogo de {Cetex} contra o excesso de ruído. Os empresários pedem a Turismo que os locais de lazer noturno se possam acolher às ajudas

B. C. lcb@elperiodico.com BADAJOZ
05/01/2018

 

Una trintena de bares de Cáceres e Navalmoral de la Mata se {adherirán} ao código ético contra o ruído que já têm assinado um número similar de locais de Badajoz com o objetivo de consciencializar a hoteleiros e clientes para tratar de conciliar sua atividade com o descanso/intervalo dos vizinhos/moradores. Este decálogo, impulsionado pela Confederação Empresarial de Turismo da Extremadura ({Cetex}), se apresentará de maneira oficial na próxima edição da Feria Internacional de Turismo ({Fitur}), que se celebrará em finais de Janeiro em {Fitur}.

Este decálogo, que surgiu para tratar de acabar com o conflito entre vizinhos/moradores e hoteleiros do Centro Histórico de Badajoz, presta especial atenção às limitações acústicas e os horários de fecho, bem como à colaboração com os serviços de limpeza para o asseio dos portais e lugares anexos aos bares, as zonas que ocupam os veladores ou o acordo/compromisso de não transvasar as bebidas a copos de plástico aos clientes, entre outras medidas. A maioria dos negócios aderidos em Badajoz se localizam no centro, mas também o têm assinado estabelecimentos doutras zonas da cidade.

Segundo explicou ontem o gerente de {Cetex}, Antonio Martínez, a intenção é que o número de negócios comprometidos com este código se siga/continue alargando na capital de Badajoz e, para além de a Cáceres e Navalmoral de la Mata, se estenda também a Mérida e Plasencia no futuro.

Martínez realizou estas declarações durante a visita, ontem, do diretor-geral de Turismo da Extremadura, Francisco Martín, à sede de {Cetex} em Badajoz, onde foi recebido pelo presidente da entidade, José Luis Ascarza. Este último apresentou entre as suas reivindicações ao governo regional a necessidade de que os bares e especialmente os locais de lazer noturno possam acolher-se à convocatória de ajudas da Junta para a melhoria da qualidade turística e das {Tic}’s, da que agora ficam excluídos, pelo peso que têm no sector.

Neste sentido, os responsáveis de {Cetex} defenderam que, apesar de que o número deste tipo de estabelecimentos tem decaído, os que existem cada vez geram «mais emprego» e de maior qualidade, o que se corresponde com as objetivos/metas que se marca a Direção Geral de Turismo para o conjunto/clube do sector no 2018. Francisco Martín comprometeu-se a estudar este pedido/solicitação.

Quanto aos horários de fecho, {Cetex} confiou em que o próximo ano entre em vigor a novo regulamento da Junta que os «igualará» com o resto de Espanha, onde os locais de taças abrem uma hora mais que na Extremadura, com um decreto que regula esta questão que data de 1997.

Era a primeira visita que o diretor de Turismo realizava à sede de {Cetex}, com 400 associados e uma dezena de trabalhadores. Neste encontro, Ascarza também aproveitou para pedir que se potencie o turismo cinegético e o relacionado com a pesca, bem como que se «madurem» as iniciativas de promoção já ocasos em marcha pelo governo regional.

Por seu lado, Francisco Martín, que no dia anterior anunciou as medidas, atuações e ajudas previstas no 2018 para impulsionar o turismo na Extremadura, reiterou o acordo/compromisso da Junta com este sector, para cujo crescimento, segundo reclamou, é necessária o processo «coordenada» e combina das administrações e os empresários, bem como destacou o trabalho desenvolvido por {Cetex}.

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