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Uma base de dados recolhe/expressa os bens intangíveis da cidade

Investigadores da UEx criam/acreditem uma ‘{app}’ para difundir o património cultural. O grupo {Ardopa} começa com Badajoz e seguirá/continuará pelo resto da região

 

Agustín Vivas, investigador do grupo {Ardopa}, da UEx. - S. GARCÍA

EFE badajoz@extremadura.elperiodico.com BADAJOZ
23/02/2020

El Grupo de Investigación {Ardopa} de la Universidad de Extremadura (Uex) criou uma base de dados para identificar, descrever e preservar os bens imateriais da cidade de Badajoz, como rituais, tradições orais, artes cénicas, ou festas, e dá-los a conhecer por meio de uma aplicação. A Uex indica num comunicado que a herança transmitida e herdada, cujo nascimento oficial se remonta a 2003, a partir da Convenção pela Salvaguarda do Património Cultural Imaterial celebrada pela UNESCO, lhe permitiu ser objeto de estudo na disciplina sobre/em relação a a gestão do Património Mundial.

A dificuldade de conservar este tipo de património, por sua natureza intangível, levou a {Ardopa} a criar um {corpus} documentário e um sistema de recuperação de tudo o património imaterial de Badajoz. El estreitamente se tem desenvolvido com a empresa Códice Gestão da Informação, graças ao Programa de Formação em Alternância com o Emprego de Inovação e Talento, do Sexpe e o Fundo Social Europeu.

A base de dados está disponível na web www.{patrimonioinmaterialextremadura}.é e na {App} ‘{PI} Extremadura’, {descargable} desde/a partir de Play {Store} e {APP} {Store}. Antes se tem realizando um estreitamente documentário de investigação, compilação e análise das fontes que há e de seu conteúdo. El propósito foi recolher e difundir o património cultural imaterial «salvaguardandolo e mantendo viva sua herança».

Agustín Vivas, investigador principal do grupo, explicou que «Extremadura é extremadamente rica em bens imateriais», tal como se especifica em fontes e bibliografia, e por enquanto têm centrado seu estreitamente na cidade de Badajoz «a modo de projeto piloto», com o desejo de «poder/conseguir incorporar em breve o resto de localidades”.

Com esta ferramenta se quer dar valor à região e a suas localidades fomentando, graças às novas tecnologias, o conhecimento, o turismo e a cultura.

Tanto/golo a web como a {app} contam com diversas formas de aceder ao conteúdo dos bens mediante um mapa geolocalizado ou um buscador que introduz diferentes campos de recuperação, bem como uma classificação do património imaterial baseado nas categorias criadas pela UNESCO, {descriptores} com linguagem normalizada, texto livre ou localização por bairros.

Desta forma, cada conteúdo pode relacionar-se com outro segundo sua categoria/escalão, localização, {descriptor}, etc., fazendo que a experiência de uso seja fluida e muito enriquecedora pois, além disso, os textos vão acompanhados por imagens e vídeos.

Incorporam também um calendário de eventos feriados, desportivos, culturais, relacionados com o bem imaterial concreto, de modo que com esta agenda o usuário poderá estar informado de datas, organização e lugares de celebração. A {app} leva rotas guiadas {categorizadas} por meio de geolocalização com {GPS}.