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El Periódico Extremadura | Quinta-Feira, 5 de dezembro de 2019

Um fogo de pastos obriga a fugir de seu chalé a uma avó e seus netos

Os bombeiros realizam trabalhos de extinção em 9 hectares e regressam porque as avivou o vento. O incêndio afeta à parcela da que saiu uma família e se aproxima a outras habitações habitadas

F. LEÓN
13/08/2019

 

Una mulher de 83 anos fugiu com dois netos pequenos que estavam de com ela no chalé que habita na condomínio As Andorinhas, perante as chamas de um incêndio de pastos que se declarou até as 11.00 horas de ontem, que chegou a {penetrar} em sua parcela causando danos ao mobiliário do alpendre, a roupa estendida, a instalação elétrica de rega, os sebes e a grade/cerca metálica da parte traseira e um lateral da mesma, segundo mostrou José, filho da mulher que após sua fugida «sofreu uma crise de ansiedade», explicou.

«O fogo tem cruzado o caminho por um lado, num troço, e por outro tem entrado diretamente na parcela, porque há outra ao lado que tinha um {pastizal} de um metro de alto; as chamas se ficaram a um palmo da roda desse {Land} {Rover}, e mira, as {pavesas} têm começado a queimar os {cojines} e o mobiliário do porque», afirmou José, enquanto mostrava o toldo, «que menos mal que estava recolhido, porque se não, se pega e nessa altura o fogo pode chegar a a casa».

A mulher, ao ver as chamas fugiu com seus dois netos e avisou a seus filhos, que fizeram face às chamas com {mangueras}, explicou José, «até que chegaram os bombeiros». E acrescentou que «esta situação se produz todos os anos, e isso apesar de que a comunidade de proprietários da condomínio manda um escrito/documento pediram que se mantenham as parcelas limpas e {desbrozadas}, para evitar precisamente isto, mas uns o fazem e outros não».

Como ele, Juan Merino, vizinho/morador do bairro da {Banasta}, onde vive desde sua criação numa da casas que ficou mais perto do fogo, assinalou que «isto acontece todos os anos, menos mal que se tinha facto/feito um corta-fogo e isso tem evitado que chegue até as casas habitadas, mas antes, mais duma vez temos tido que sair correndo».

O incêndio começou e se estendeu num área de {pastizal} entre a {Banasta}, a estrada de {Valverde} e as condomínios das Talvegues, as Andorinhas e os Oliveiras. Los bombeiros conseguiram controlar o fogo e evitar que chegar a outras habitações, ficando controlado até as 14.30 horas, se bem tiveram que voltar porque o vento o reavivou, concluindo sua tarefa até as 16.00 horas, segundo o chefe de serviço.

Foram tudo o pessoal disponível, oito efetivos e o chefe, com dois camiões autobomba e dois {pick}-{up}, para além da policia municipal e a Cruz Roja; e encontraram-se com restos de {desbroce} que serviram de combustível «e um corta-fogo que facilitou o controlo». Além disso, sufocaram outro incêndio de pastos de menor dimensão na zona fluvial do Pico; e foram a resgatar a um cão que caiu ao {Rivillas}, mas quando chegaram o tinham tirado agentes da policia municipal.

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