Menú

El Periódico Extremadura | Segunda-Feira, 25 de junho de 2018

Os trabalhadores de {FCC} convocam greve indefinida desde o 19 de Junho

Os {paros} se iniciarão três dias antes de que comece a Feria de São Juan . Reclaman que seus salários se equiparem aos dos desta contrata em Mérida

B. C.
14/06/2018

 

Os trabalhadores de {FCC}, concessionária do serviço de limpeza em Badajoz, estão convocados à greve indefinida a partir do próximo dia 19 de Junho, três dias antes de que dê começo a Feria de São Juan, para reclamar que suas condições económicas e laborais se equiparem aos empregados desta mesma contrata em Mérida. Ao fecho desta edição, o comissão de trabalhadores, integrado por CSIF, UGT, USO e CCOO, estava negociando os serviços mínimos, que a concessionária quer estabelecer entre um 70 e 80% para a recolhida do lixo e num 50% para a limpeza rodoviária, segundo fontes dos trabalhadores, que o consideram «abusivo». A proposta do comité é que fossem cobertos por entre o 20 e o 30% da plantel/quadro, embora ainda não estava fechada definitivamente esta cifra.

Segundo explicaram fontes do comissão de trabalhadores, a greve chega depois de/após que os responsáveis da concessionária não tenham realizado nenhuma proposta alternativa à realizada pelos sindicatos para acabar com a «brecha salarial» que existe entre os trabalhadores da contrata de Mérida e a de Badajoz. Em categorias como a de {peones}, segundo explicaram, a diferença de salário oscila entre os 2.400 e os 2.600 euros anuais a favor dos empregados de {FCC} na capital autonómica, enquanto os condutores recebem uns 900 euros mais ao ano.

Os sindicatos assinalaram que a empresa tem oferecido uma subida do 0,85% do IPC, enquanto os trabalhadores reclamam um aumento de 15% (que a empresa valoriza entre um 20 e um 21%).

Após uma greve no 2016, que coincidiu com o início da Páscoa --se alargou durante três dias-- , a finais do ano passado os empregados de {FCC} em Badajoz voltaram a mobilizar-se e protagonizaram uma concentração na praça/vaga de Espanha para denunciar sua precariedade laboral e exigir a equiparação com empregados da empresa que realizam suas mesmas funções.

Segundo o comissão de trabalhadores, o convénio coletivo, que teria que ter-se começado a negociar faz «14 meses», se está abordando desde há um mês.

As notícias mais...