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El Periódico Extremadura | Terça-Feira, 19 de junho de 2018

A {tamborada} deixa a margem direita e aspira a celebrar-se na praça/vaga Alta

A {Falcap} já pediu autorização à Câmara Municipal para que seja o 27 de Janeiro. É uma decisão «unânime» das comparsas após não sentir-se valorizadas

B. C. lcb@elperiodico.com BADAJOZ
10/01/2018

 

As {Candelas} da Margem Direita ficam sem {tamborada}. As comparsas que fazem parte da Federação de Associações Locais do Carnaval De Badajoz ({Falcap}) têm tomado a decisão «unânime» de não participar no certame que desde há 13 anos celebra-se no parque de São Fernando e assim se o comunicaram na segunda-feira à noite aos coletivos de vizinhos e sociais que organizam esta festa, prevista para o próximo 27 de Janeiro.

Esta não é a única decisão que tem tomado a {Falcap}, pois os grupos têm acordado organizar sua própria {tamborada} e o lugar escolhido é a praça/vaga Alta. Segundo confirmou ontem seu presidenta, {Alexia} Sánchez Roldán, já têm solicitado autorização à Câmara Municipal para celebrá-la o 27 de Janeiro -no mesmo dia que As {Candelas} da Margem Direita--, para o que querem contar com a colaboração da Associação de Vizinhos/moradores do Centro Histórico e os locais de hotelaria. Agora estão à espera da resposta da Câmara Municipal.

A {Falcap} já vinha apresentando's uma nova localização para a {tamborada} desde fazia tempo. Seu anterior presidente, Luis Pajares, chegou a propor que se celebrasse no teatro López de Ayala no sábado de Carnaval, pois consideravam que São Fernando se lhes tinha ficado «pequeno». Mas foram os problemas que as {comparass} sofreram no passado ano na margem direita o que finalmente as levou a não querer participar nesta edição. Segundo recordou seu presidenta, tiveram que atuar baixo/sob/debaixo de a chuva, muitos de seus instrumentos -o 80% de madeira-- sofreram importantes estragos, que eles tiveram que assumir, e teve problemas com o sistema elétrico que «podiam ter acabado em desgraça».

{Alexia} Sánchez defendeu que as comparsas se «{desviven}» pelo Carnaval, mas não se têm sentido valorizadas, pelo que, embora se propuseram algumas alternativas, os agrupamentos se negaram a ir a São Fernando neste ano. «Se pedia uma mudança a vozes», assegurou. Também, negou que a decisão esteja motivada por questões económicas e assegurou que não tinha existido confronto com os organizadores de As {Candelas}. «Provavelmente foi muito precipitado, mas não podíamos pronunciar-nos até que todos os grupos o tivessem deliberado», argumentou.

Por seu lado, Ricardo Cabezas, presidente da Associação de Vizinhos/moradores do {Gurugú}, um dos coletivos que organiza As {Candelas} da Margem Direita, preferiu ontem não entrar a valorizar a decisão tomada pela {Falcap} e situou à conferência de imprensa na qual a Câmara Municipal apresenta esta festa e a de Santa Marina, para dar seu parecer sobre/em relação a o sucedido. Não obstante, assegurou que a celebração se mantém e que se estão procurando alternativas à {tamborada}.

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