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El Periódico Extremadura | Domingo, 8 de dezembro de 2019

Salvemos o Guadiana urge atuar para eliminar o nenúfar mexicano

Estima que a planta invasora ocupa 400 hectares e aumenta 2 cada ano. A associação insta à Confederação a que decida a medida mais adequada

EFE
02/12/2019

 

A associação Salvemos o Guadiana tem instado ao Governo central a que adote uma decisão «com urgência» em relação à medida que seja mais adequada para retirar e acabar com o {nenúfar} mexicano no leito do rio a seu passo pela cidade de Badajoz e a que a ponha em prática «o quanto antes».

O presidente do coletivo, Juan Fernando Delgado, explicou que a Confederação Hidrográfica do Guadiana (CHG) fez um apelo meses atrás às diferentes associações e coletivos cidadãos e relacionados com o meio ambiente para que se pronunciassem em relação à iniciativa que considerassem mais eficaz e menos daninha, desde/a partir de o ponto de vista ambiental, para acabar com esta planta invasora.

DRAGADO SELETIVO / No caso da Associação Salvemos o Guadiana, esta se posicionou a favor de ser feito um dragado seletivo do rio em seu troço urbano. Agora é o Ministerio de Medio Ambiente o que deve decidir se se aposta em o sistema de dragado seletivo ou por outra fórmula, assinalou.

É uma decisão que o coletivo espera que se tome «em breve», pois se deve realizar com a antecedência necessária para que Badajoz «não volte a sofrer um verão mais a incidência desta planta invasora», segundo Delgado.

Na última reunião mantida com o coletivo, a CHG explicou que a decisão se tomaria após as eleições legislativas, pelo que a associação tem instado ao organismo a que a tome já «de forma urgentíssima» e que seja um plano «ambicioso».

400 HECTARES / O coletivo cifra numas 400 hectares o espaço do Guadiana e de seus afluentes afetado pela planta, e considera que no caso do termo urbano de Badajoz o nenúfar cresce dois hectares por ano.

Na sua opinião, é «uma pena» que apesar do estreitamente realizando pela Unidade Militar de Emergências (UME) com o camalote, que tem qualificado de «muito positivo», o Guadiana a seu passo por Badajoz «sofra» ainda os efeitos do nenúfar mexicano.

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