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El Periódico Extremadura | Segunda-Feira, 17 de fevereiro de 2020

O PSOE propõe fazer o seguimento da área de reabilitação afetada

Cabeças culpa «ao PP e a {Fragoso} de que a ferida siga/continue aberta»

REDACCIÓN BADAJOZ
06/11/2019

 

O porta-voz municipal socialista, Ricardo Cabezas, propôs num comunicado criar um grupo de seguimento da área de reabilitação da cheia e culpou a presidente da Câmara Municipal, Francisco Javier Fragoso, de «que as feridas sigam/continuem abertas» 22 anos depois da tragédia. Acusou ao PP de «{·no} ter vontade de acelerar este processo, quando ficam 18 milhões por investir, mais do dobro do gastado pelo Câmara Municipal, 8,5 milhões por 50 da Junta e 60 do Estado». E criticou que a cheia «já não aparece no anexo de investimentos do orçamento municipal desde 2017 a aquisição de habitações afetadas».

Cabezas fez uma proposta «para que a cheia seja história», criar uma «plataforma de seguimento da gestão do Área de Reabilitação Preferente das zonas pendentes de recuperar, que incluiria ir ao Tribunal de Compensação quando não se chegue a um acordo». E executar «à maior brevidade o planeamento da zona aprovado desde há muito tempo».

Finalmente, propõe estabelecer o financiamento necessário «com a ajuda doutras administrações para levar a bom termo os processos urbanísticas previstas».

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