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El Periódico Extremadura | Domingo, 24 de junho de 2018

O PSOE denúncia a «{imprevisión}» do PP pela falta de novos {nichos}

Cabeças não entende o atraso se o projeto estava pronto/inteligente/esperto em Outubro

A. M. R. BADAJOZ
12/06/2018

 

O porta-voz municipal socialista, Ricardo Cabezas, qualificou ontem como um «grave problema de serviço público e censurador» a falta de novos {nichos} no cemitério da Soledad e culpou diretamente à vereadora da área, Pomba Morcillo, e ao presidente da Câmara Municipal, Francisco Javier Fragoso, de «{imprevisión} e falta de capacidade».

Segundo Cabezas, o PP tem «a perigoso costume» de «deixá-lo tudo para última hora» e esta forma de atuar foi o motivo, na sua opinião, do que ocurreu com a falta de {nichos}, situação que tem provocado a queixa de cidadãos que têm transmitido ao grupo socialista sua contrariedade por ter que sepultar a seus familiares em campas «antigas». O porta-voz municipal manifestou que qualquer presidente da Câmara Municipal sabe que temos de prever com antecedência a construção de {nichos}. Segundo explicou, a licitação das campas novas deveu ter começado em Novembro de 2017 e não no passado mês de Fevereiro. Recordou que em 2016 se orçamentaram 308.000 euros para {nichos}, momento no qual já urgia construir enterramentos, e que em O 2017 não se fez nenhum novo depois de/após reservar 475.000 euros dentro dos orçamentos plurianuais. Não entende Cabezas a demora na licitação, pois a memória do projeto estava lista em Outubro de 2017 e em Novembro estavam os planos, medições e orçamento. A licitação não saiu até ao 19 de Fevereiro, o 27 de Março reuniu-se a mesa de contratação, se apresentaram dez empresas e se adjudicou a {Ojalma} o 25 de Abril de 2018, «quando os {nichos} novos já estavam praticamente esgotados». Como o prazo de execução é de quatro meses, até finais de Agosto não poderão estar terminados. Segundo Cabezas, o PP já sabia que este problema ia a produzir, pois no caderno de encargos incorporou a possibilidade de que a obra se pudesse {recepcionar} de forma parcial. «É um problema de falta colossal de previsão», enfatizou e recordou que não é a primeira vez que acontece dado que já aconteceu em 2014 com os {nichos} de {Gévora}, e tiveram que realizar-se os enterramentos em Valdebótoa.

Este diário/jornal solicitou contrastar estas acusações com a equipa municipal de governo mas não recebeu resposta.

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