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El Periódico Extremadura | Quarta-Feira, 19 de septembro de 2018

{Probaturas} contra os gansos do rio

A Câmara Municipal prova grandes {jaulas} para sua captura e posterior transferência a Sierra de Fuentes

A. M. ROMASANTA
10/01/2018

 

Usuarios do parque da margem direita do rio comprovaram a amanhã de segunda-feira como quatro trabalhadores da empresa que mantém estes jardins ({Joca}) introduziam numa grande gaiola modular um bom número de gansos dos que pululam a seus {anchas} por este passeio. Rapidamente deram a voz de alarma nas redes sociais. Trata-se do primeiro passo para tentar controlar a superpopulação destas patos, que pode pôr em risco este espaço declarado como Zona de Especial Proteção de Aves ({ZEPA}).

O vereador de Ambiente, Antonio Ávila, confirmou ontem a este diário/jornal que o uso desta gaiola, cedida pela Federação Extremenha de Caça ({Fedexcaza}), se realizou a modo de prova para comprovar, como assim fizeram, que era possível {capturar} aos gansos pondo comida/almoço em seu interior. A intenção é controlar sua presença no parque. Não sabem quantos e quando se os vão a levar. Pretendem {trasladardos} ao Centro de Recuperação da Fauna Silvestre Os Fornos, em Sierra de Fuentes (Cáceres), dependente da Junta de Extremadura. Neste centro não tinham ontem conhecimento de que vão a {recepcionar} os gansos procedentes de Badajoz e lhes estranhou que sejam estas instalações o destino destes animais, dado que este lugar está dedicado à recuperação de espécies protegidas e estes não estão no catálogo. Ávila insistiu em que tem a confirmação dos responsáveis da Junta.

A vereadora de Ciudadanos, Julia Timón, expressou sua satisfação por que «por fim» se esteja atuando para controlar a proliferação destas aves, na qual seu grupo tem vindo insistindo desde há um ano. Recordou que em Junho se convocou a primeira reunião no Colégio Oficial de Veterinários, com representantes da Câmara Municipal, da Junta e da Confederação Hidrográfica do Guadiana (CHG). Ficaram em voltar a encontrar-se para concretizar ações e o segundo encontro teve lugar em Novembro. Foi nessa altura quando se acordou transferir lentamente/pouco a pouco as aves, mas a Junta se negou a arcar com as despesas e é a Câmara Municipal o que tem tido que procurar como fazê-lo. A CHG, por seu lado, segundo Timón, ofereceu facilitar os barcos para {horadar} os ovos.

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