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El Periódico Extremadura | Quarta-Feira, 17 de janeiro de 2018

O presidente da Câmara Municipal adia a eleição da bandeira até que exista consenso

Amigos de Badajoz revê em seu novo calendário a história do escudo. {Fragoso} diz que o símbolo da cidade deve ser um elemento que uma, não que divida

A. M. ROMASANTA
09/01/2018

 

En a campanha das eleições autárquicas de 2015 foi um dos temas informativos da atualidade local porque o nessa altura já presidente da Câmara Municipal e também candidato do PP, Francisco Javier Fragoso, incluiu em seu programa o acordo/compromisso de que Badajoz conte com uma bandeira, pois é a única capital de província que carece deste símbolo e inclusivamente propôs que fosse branca e negra. Nessa altura já topou com a proposta de Amigos de Badajoz, que defendia que a bandeira deveria ser de cor {carmesí}, como o {pendón} outorgado à cidade por Alfonso X em 1230. Mas tem decorrido a metade da legislatura e não se voltou a pôr o tema sobre/em relação a a mesa, de maneira que Badajoz segue/continua sem bandeira e possivelmente tarde em contar com ensina pois o presidente da Câmara Municipal manifestou ontem que nestes momentos «não se dão as condições» para escolhê-la, dado que a decisão deve «ser pacífica» e portanto acordada e agora existem diferentes posições «Isto deve ser um elemento que uma, não que divida», defendeu.

O presidente da Câmara Municipal realizou estas manifestações diante de os responsáveis da Associação Amigos de Badajoz, que estiveram reclamando que a cidade tenha bandeira. Seu presidente, Manuel Mázquez, recordou que é uma petição/pedido que este coletivo vem realizando desde 1998.

Márquez tirou a reluzir o tema durante a apresentação do calendário que esta associação edita e que no 2018 dedica ao escudo da cidade, em diferentes manifestações até chegar a a finalmente admitida, que é relativamente recente, pois se emitiu parecer num plenário/pleno da Câmara Municipal em 1991 (um leão {rampante} olhando à esquerda e uma coluna com o mote Prémio Ultra). Do calendário, que patrocina Caixa Rural da Extremadura, se têm editado 300 exemplares. Foi uma ideia de Manuel Cienfuegos e as fotografias são de Juan José Benítez. A imagem principal corresponde ao primeiro escudo que se conhece, documentado em 1255, e que atualmente se pode ver no prédio da {Galera}.

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