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El Periódico Extremadura | Terça-Feira, 26 de septembro de 2017

Pedro Sánchez compromete-se a «quebrar vidros» por Extremadura

{Rita} Ortega: «Nossos medidas certas a partir de hoje serão a esperança de muitas pessoas». Segundo Vara, a Extremadura lhe subida cada ano 300 milhões que Rajoy esteja na Moncloa

A. M. ROMASANTA
10/09/2017

 

Embora a atualidade política esteja centrada em Catalunha, que monopoliza boa parte dos informativos nacionais, o secretário-geral do PSOE não quis ontem diminuir protagonismo à comunidade extremenha no ato público de abertura do curso político, que se celebrou em Badajoz, onde Sánchez comprometeu-se a «quebrar vidros por Extremadura», parafraseando ao ex-presidente da Junta, Juan Carlos Rodríguez Ibara.

Sánchez defendeu que em Madrid «se comece a falar» de que a região extremenha necessita um TGV, da existência da agroindústria e das plataformas logísticas anunciadas. Também falou da Extremadura ao anunciar a disposição do PSOE a entrar no debate da financiamento autonómico, onde os socialistas vão a pôr sobre/em relação a a mesa que se tenham em conta nos cálculos os dados de envelhecimento e a taxa de desemprego, dois variáveis das que se veria beneficiada Extremadura.

O secretário-geral dos socialistas aproveitou também sua presença na região -onde tem permanecido com a sua família desde na quinta-feira, quando foi ao ato institucional em Mérida pelo Dia da Extremadura- para felicitar publicamente a Guillermo Fernández Vara por continuar a ser secretário-geral dos extremenhos após o resultado das primárias, ao passo que lhe agradeceu que {aceptara} o cargo de presidente do Conselho de {Politíca} Federal. Sánchez defendeu a legitimidade do processo democrático interno do seu partido e enfatizou que com as primárias «no fim não há vencedores nem perdedores», mas «o que ganha é o PSOE». Momentos antes, Vara tinha iniciado sua intervenção dirigindo-se aos assistentes para reafirmar que nesse fórum se refletia a unidade do jogo/partido em torno de seu secretário-geral. «Aqui nos {tienes}, Pedro, aos socialistas extremenhos juntos e unidos, aqui estamos os que ganharam as primárias federais e os que as perdemos», pois Vara tinha apoiado publicamente a {Susana} Díaz.

O secretário regional reconheceu que o momento atual «é um verdadeiro repto/objetivo» para o país e para a região. Ainda imerso no processo {congresual}, Vara assinalou a necessidade de pôr toda a fortaleza do jogo/partido ao serviço da única ideia de que o PSOE recupere o governo do país, não somente pelo bem de Espanha, mas da comunidade extremenha. Segundo Fernández Vara, «a Extremadura sempre lhe tem ido melhor quando na Moncloa houve governos socialistas». Tal é assim, que assegurou que a Extremadura lhe subida cada ano 300 milhões de euros que Rajoy seja presidente, que era o que antes contemplavam os orçamentos gerais do Estado para a comunidade extremenha «e que agora têm desaparecido». Em suas palavras, este país mantém ainda uma dívida com Extremadura «que está sem saldar» porque não a têm pago nem governos do PP nem o PSOE, em referência às infraestruturas ferroviárias, «numa região que no mínimo se merece o mesmo que as demais».

De abrir o ato se encarregou {Rita} Ortega, vereadora em Badajoz e secretária de Igualdade, Dependência e Saúde da executiva local. Nervosa e entregue, Ortega falou de «a travessia no deserto» que tem culminado o PSOE, cujo final dependerá só/sozinho dos socialistas. «Nossos medidas certas a partir de hoje serão a esperança de muitas pessoas do nosso país». Se acordou dos «socialistas sem cartão que votam ao PSOE porque não concebem outra coisa» e perante os que se sente responsável. «Ganhar umas eleições é mais importante para essa gentalha que nos quer verdadeiramente que para os socialistas que estamos aqui», manifestou e instou aos responsáveis do jogo/partido a «não falhar-los, porque nos necessitam», bem como fez uma defesa a {ultranza} das bases, da militância, que «é o principal ativo do Jogo/partido Socialista».

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