Menú

El Periódico Extremadura | Sexta-Feira, 21 de septembro de 2018

{Padilla}: «Cem vezes que nascesse, voltaria a querer ser toureio»

{Ecuextre} rende homenagem ao professor no ano em que se despede dos arenas. Em {Ifeba} recebeu o aplauso e o calor que lhe brindaram dezenas de adeptos

A. M. ROMASANTA badajoz@extremadura.elperiodico.com BADAJOZ
10/06/2018

 

Cem vezes que nascesse, voltaria a querer ser toureio, porque tenho sentido nesta profissão sensações inigualáveis». Assim se expressava ontem Juan José Padilla, para deixar claro que sua vida são os touros e que aquela grave apanhada em Zaragoza cuja imagem deu a volta ao mundo e que o engrandeceu como herói, não o {desanimó}, ao contrário, saiu reforçado e graças a seu «esforço, tenacidade, trabalho e fé» em lugar das 25 touradas que se marcou, protagonizou 500.

Juan José Padilla foi recebido com um banho de masas em {Ifeba}, onde a X Feria do Cavalo e Feria do Touro {Ecuextre} lhe brindou um reconhecimento, de mãos do presidente da Câmara Municipal de Badajoz, Francisco Javier Fragoso, na época de sua retirada dos arenas, quando cumprem-se 25 anos de sua alternativa. «O pirata mais querido do mundo», como o definiu o jornalista Juan Ramón Romero, despertou aplausos na sua intervenção, carregada de sinceridade e de emoções.

O professor reconheceu que em sua trajetória houve etapas difíceis, «mas outras magníficas» porque embora os toureiros têm que pagar um tributo, «o sofrimento é parte da glória e sem essa sensação de poder/conseguir perder a vida não há glória». Seu grave percalço segue/continua presente. Seu rosto o recorda permanentemente. Mas depois de/após aquilo pôde tourear em França, em Portugal e em América, onde ergueu «a bandeira de pirata» e foi recebido «com carinho e respeito e isso é o mais maravilhoso que um toureiro se pode levar». Manifestou que neste ano, o da despedida, está a viver contradições, mas não quer dizer adeus, porque «{volveré} como toureiro à praça/vaga para usufruir como adepto». Assim será porque «ao toureio e ao touro se o devo tudo». Recordou além disso Padilla que tem especial agradecimento a esta terra, pois a praça/vaga de Olivença foi a de seu reaparecimento, «onde começou tudo de novo».

As notícias mais...