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El Periódico Extremadura | Sábado, 23 de septembro de 2017

O orçamento municipal de 2017 supera seus últimos trâmites no plenário/pleno

PP e {Cs} mantiveram a sua postura face ao PSOE, Podemos e {Borruel}

A. M. R. BADAJOZ
12/09/2017

 

A quatro meses de que termine o exercício, o orçamento municipal de 2017 superou ontem seus últimos trâmites no plenário/pleno, que debateu as alegações apresentadas durante o período de exposição pública, aceitando só/sozinho uma delas, como estava previsto, de USO. A alegação se refere à catalogação dos polícias locais em segunda atividade, à que a Câmara Municipal está obrigado por sentença, mas que segundo o presidente da Câmara Municipal, Francisco Javier Fragoso, se aplicará quando se desenvolva a nova lei de Coordenação das Polícias Locais. Para rejeitar o resto de alegações (se apresentaram 8, todas de particulares salvo três de USO), votaram ao uníssono o PP com Ciudadanos a favor da rejeição, enquanto PSOE, Podemos e o vereador não inscrito, Luis García-Borruel, abstiveram-se, o que salvou um possível empate pela baixa da vereadora de Finanças, {Maripaz} {Luján}. O plenário/pleno de ontem, extraordinário, iniciava o curso político. O orçamento entrará em vigor quando se publique no BOP.

Durante o debate duma alegação sobre/em relação a o atraso dos orçamentos, o porta-voz de Podemos, {Remigio} {Cordero}, tirou a reluzir o relatório/informe do Tribunal de Contas segundo o qual o 80% das cidades entre 100.000 e 500.000 habitantes aprovam seu orçamento dentro de prazo, não assim Badajoz. O presidente da Câmara Municipal reconheceu o atraso, mas pôs em valor que Badajoz seja a segunda cidade com menos dívida por habitante.

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