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El Periódico Extremadura | Sexta-Feira, 24 de novembro de 2017

Onze pessoas se têm beneficiado já das habitações partilhadas do {IMSS}

A dos homens começou a funcionar em Fevereiro deste ano e acaba de entrar um novo inquilino. Na casa destinada a mulheres ficaram duas praças/vagas livres, que serão ocupadas em breve

B. C.
09/09/2017

 

Onze pessoas se têm beneficiado já das duas habitações partilhadas com as que conta o Instituto/liceu Municipal de Serviços Sociais ({IMSS}) para homens e mulheres que têm dificuldades para enfrentar o pagamento de um aluguer em solitário. A primeira delas abriu-se no 2014 e está destinada a mulheres. Já passaram por ela quatro inquilinas, agora se ficaram duas das quatro praças/vagas livres e se ocuparão em breve. Na casa para homens, que começou a funcionar em Fevereiro deste ano, também estiveram ocupadas todas as praças/vagas desde o princípio. Um deles se foi embora há/faz pouco após melhorar sua situação laboral e ontem chegou um novo inquilino.

O {IMSS} pôs em marcha este recurso com o objetivo de dar resposta a um perfil de demandante de habitações sociais que ia em aumento: pessoas que estão sós e que têm dificuldades para que se lhes adjudique uma casa porque se dá prioridade a famílias com mais membros.

As duas habitações partilhadas da Câmara Municipal estão em Villafranco do Guadiana. O {IMSS} as reformou e equipou. Cada inquilino dispõe de seu próprio quarto e o resto de espaços (sala, cozinha e banhos) são de uso comum. Os beneficiários pagam 50 euros por mês em conceito/ponto de aluguer, com os que se cobrem as despesas de água e de luz. «Não é um apartamento tutelado nem para vítimas da violência de género. Aos inquilinos se lhes adjudica uma praça/vaga numa habitação partilhada e têm total liberdade», esclarece a vereadora do {IMSS}, Rosário {Gómez} da Peña.

RELATÓRIO/INFORME SOCIAL/ A adjudicação entre os solicitantes de casas que reúnem este perfil se avaliza com um relatório/informe social e a praça/vaga não se ocupa por um período concreto, mas os inquilinos podem ficar nestas habitações até que se solucione sua problemática ou até que decidam fosse por vontade própria. No momento no qual se lhe adjudica, o beneficiário tem que comprometer-se, mediante a assinatura de um documento, a cumprir umas normas básicas, com o objetivo de garantir a convivência e o bom uso deste recurso. «Se não cumprem-se, têm que abandonar a habitação», explica Rosário {Gómez} da Peña, quem aponta a que doutra forma seria «inviável» esta prestação.

A primeira habitação partilhada começou a funcionar como experiência piloto e era para mulheres. À vista de que tinha pedidos/solicitações de homens, o {IMSS} decidiu adequar outra casa para oferecer-los um recurso similar. «Os homens estão muito contentes com a experiência, porque todos estavam atravessando circunstâncias de grande necessidade», valorizou a vereadora do {IMSS}.

Por enquanto, segundo assinalou Rosário {Gómez} da Peña, não está previsto alargar o número de habitações desta classe, fundamentalmente, porque a Câmara Municipal não conta com propriedades que se possam adaptar a este tipo de necessidades, pois se requer de imóveis de grande tamanho para que possa converter-se num espaço partilhado por pessoas sem laços familiares.

A casa das mulheres dispõe de quatro quartos, uma cozinha, dois salas de estar, um banho e um asseio. A Câmara Municipal investiu 26.000 euros em reabilitar-la e equipá-la ao completo. No caso da habitação partilhada para homens também dispõe de quatro quartos independentes, dois salas, cozinha e banhos. A casa se {acondicionó} com 33.340 euros e se {amuebló} com outros 15.000 euros, ambas verbas/partidas com cargo ao Plano de Impulso da Economia Local.

CONVIVÊNCIA/Um dos fatores que se tem tido em conta nas adjudicações de praças/vagas nestas habitações é que as idades dos inquilinos não sejam muito díspares, com o objetivo principal de facilitar a convivência. Os possíveis {perceptores} que vão à Delegação de Habitação ficam numa lista de espera até que tenha vagas.

O trabalhador social dos povoados é a pessoa que está ao cargo destas dois habitações, para velar por seu bom funcionamento e para atender qualquer necessidade que possa surgir aos inquilinos, pois como no resto de habitações sociais da Câmara Municipal é a administração local a que financia as reparações que tenha que acometer.

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