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El Periódico Extremadura | Sábado, 23 de septembro de 2017

A obra do parque canino se licitará em Outubro e estará pronto/inteligente/esperto a final de ano

Ávila e Leme anunciam «grandes melhorias» para as instalações do canil municipal. Ocupará 7.000 metros quadrados no passeio do rio e terá zona de treino de mil metros

B. C.
14/09/2017

 

A obra do parque canino, que finalmente ocupará 7.000 metros quadrados no passeio da margem direita do rio, se licitará em Outubro e deverá estar terminada antes do 31 de Dezembro, pois se executará com 100.000 euros com cargo ao remanescente. A porta-voz de Ciudadanos, Julia Timón, compareceu ontem junto ao vereador de Ambiente, Antonio Ávila, e representantes da Sociedade Canina da Extremadura e o Colégio Oficial de Veterinários para oferecer novos detalhes sobre/em relação a este projeto, que seu grupo impulsionou e que se inclui no acordo entre esta formação e o PP para a aprovação dos orçamentos municipais.

Como já adiantou este diário/jornal em Agosto, depois de/após que {Cs} {rechazara} dois terrenos propostos por Ávila no parque do rio por considerar que não dispunham dos metros suficientes para albergar este tipo de instalações e que o orçamento se duplicaria, se acordou que se localizaria num troço próximo ao ponte/feriado Real. Com 315 metros de perímetro, contará com um encerramento facto/feito com material reciclado procedente do plástico doméstico, que imita à madeira, mas «muito mais duradouro», e dois acessos, com uma porta dobro para evitar que os cães se escapem.

O parque terá dois chichi-cão, elementos de jogo como rampas, túneis, {balancines}, bem como uma zona de 1.000 metros quadrados para pistas de treino e um percurso/percorrido {canning} cross, para que os usuários possam praticar desporto com seus animais de estimação. Também terá uma {arboleda}, fontes adaptadas para os cães, bancos, rega automatizada, iluminação e {cartelería} com as normas de uso. Segundo asseguraram Timón e Ávila, a construção desta instalações não implicará que se elimine nenhum dos elementos que já há instalados. Além disso, se habilitará um acesso para que o pessoal de limpeza possa introduzir veículos. O vereador de Ambiente apontou que a ideia é que a empresa que agora se encarrega da manutenção do passeio do rio se ocupe também de limpar o parque canino.

Timón destacou que este área de diversão para cães -até agora só/sozinho há uma pequena zona demarcada no parque Infantil- é fruto do «trabalho» realizado em colaboração com as protetoras, a Sociedade Canina e o Colégio de Veterinários, bem como do «diálogo» entre seu {Cs} e a equipa de governo que, segundo disse, foi «sensível» a uma necessidade da cidade, onde há recenseados mais de 25.000 cães. «Não é um capricho nem nada grotesco», disse para responder às críticas do porta-voz do grupo municipal socialista, Ricardo Cabezas, a quem {afeó} que agora mostre seu desacordo com este projeto quando, segundo disse, em Dezembro de 2016, na Comissão de Ambiente, todos os partidos o aprovaram por unanimidade «como consta no ata», enfatizou. Nessa altura, não se conhecia o orçamento que ia a destinar, mas, segundo a porta-voz de Ciudadanos, sim se considerou como uma das possíveis localizações o parque do rio «e não teve oposição/concurso público», ao passo que recriminou a Cabezas que suas declarações respondem a uma «ambição frustrada», que faz com que «rejeite tudo o que venha de Ciudadanos, embora esteja avalizado por peritos», afirmou.

O PSOE não tardou em responder a estas declarações e, através de um comunicado, negou que exista «contradição» alguma entre o tratado na comissão e o que disse na segunda-feira Cabezas, pois naquela reunião se falou do parque canino «como possível proposta», mas nunca se considerou como ideia «urgente», como para executá-la com o remanescente, ou «prioritária», pois «se antepunha a construção duma novo canil». O PSOE rejeitou também que naquele momento se concretizasse a localização.

Por seu lado, Lola Matas, da Comissão de Bem-estar Animal do Colégio de Veterinários, e Alfonso Thovar, presidente da Sociedade Canina Extremenha, valorizaram a criação destas instalações por ser «muito necessária» na cidade. «Se deve pensar já noutro mais largo, mas por algo se começa», disse Thovar, quem mostrou seu agradecimento «por esta nova vida que vai-se a dar aos cães».

Quanto à canil municipal, Ávila e Timón confiaram em que cedo se possa anunciar um projeto no qual se está a trabalhar que, embora não quiseram adiantar, asseguraram que suporá «grandes melhorias» nas instalações. O PSOE os acusou de «{imporvisar}», pois nem no orçamento plurianual nem no Plano de Impulso se recolhem/expressão verbas/partidas para este fim.

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