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El Periódico Extremadura | Sexta-Feira, 21 de septembro de 2018

«O melhor que me deu o toureio é sentir-me muito querido»


08/06/2018

 

Se comoveu. Tanto/golo que até pediu perdão. O momento o merecia. A Feria do Cavalo e do Touro que ontem se inaugurou em {Ifeba} rende um merecido homenagem a Juan Antonio Ruiz Espartaco, quando vai cumprir 40 anos de alternativa. A exposição central da feira está dedicada a este matador de touros que, durante a inauguração, reconheceu que sempre se tinha mostrado relutante a tirar os lembranças de seu casa, «por minha família e por mim». Mas tem aceite porque é «o sítio idealizador» para mostrá-los. Na entrada se recorda que Espartaco tomou a alternativa no praça da Mercê, em Huelva, o 1 de Agosto de 1979. O apadrinhou Manuel Benítez o {Cordobés}. «Mas foi o 25 de Abril em {Sevilla} onde morreu um touro para levar a um homem à glória dos grandes. Faculdades se chamava o touro. Espartaco, o homem». Após percorrer a exposição, formada por cabeças de touros, fatos de luzes e fotografias, o matador recebeu um simples e sentido homenagem, onde já o protagonista se deixou levar. Falou de o seu pai, cuja ilusão/motivação quis continuar. «Eu sempre lembrança ao meu pai no hospital -brincou-, lhe pegava o touro até no {paseíllo}». O seu pai, que sempre comportou-se de forma muito exigente com ele, foi chave em sua corrida/curso. «Para ele só/sozinho existe o touro». Tanto/golo que num viagem de Espartaco à {Antártida}, o chamou desde o barco e quando lhe disse que estava aborrecido lhe respondeu: «Como te vais a aborrecer com a quantidade/quantia de amigos pecuários que {tienes}». Brincou e no fim não pôde evitar comover-se, quando disse que o que mais feliz faz-lhe não é triunfar, que é passageiro, «mas a satisfação de ser uma pessoa muito cara». A. M. {ROMASANTA}.

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