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El Periódico Extremadura | Domingo, 8 de dezembro de 2019

Nova vida após o despejo

Uma mãe e seu filho com deficiência vivem já em sua nova habitação de aluguer da Junta graças à mediação de Apamex, a diligência da Administração autonómica e a compreensão da juíza

A. M. ROMASANTA
22/07/2019

 

Han sofrido muito pois já se viam na rua depois de/após 34 anos na mesma habitação. {Vicenta} Núñez seguirá/continuará insistindo em que {echarla} foi uma injustiça porque foi o proprietário do apartamento o que incumpriu seu dever como caseiro, mas agora esta mulher e seu filho José Antonio, deficiente, estão felizes em sua nova casa em aluguer da Junta de Extremadura, à que têm acedido graças à diligência da própria Administração regional, a compreensão da juíza que levou este caso de despejo e a intermediação rigorosa e generosa da associação de deficientes Apamex.

{Vicenta} Núñez vivia num apartamento de aluguer em O Progresso, onde se {crió} José Antonio, que agora tem 22 e apresenta paralisia cerebral, com uma deficiência do 84%, ao que acolheu quando era um bebé de 7 meses e adotou. No 2017 deixou de pagar o aluguer (150 euros por mês) durante 8 meses porque o proprietário não arranjou uma goteira que ela teve que custear. O proprietário apresentou uma denúncia, que acabou em ordem de despejo que se tinha que ter facto/feito efetiva o 2 de Abril passado. Apamex conheceu esta situação por uma informação que publicou este diário/jornal. Seu presidente, Jesús Gumiel, assinala que esta associação não só/sozinho ajuda a quem vai a eles «e coordenando esforços se podem encontrar soluções».

A juíza decidiu adiar um mês o despejo. Apamex provocou uma reunião com responsáveis do serviço de adjudicação de habitações da Junta e a Direção Geral de Arquitetura e viram a opção duma habitação social de aluguer que além disso fosse acessível. O tempo {acuciaba} e num mês era impossível resolver o trâmites. A Junta o argumentou à juíza e o despejo se deteve até ao 3 de Julho. Viram cinco habitações disponíveis e encontraram uma na rua {Jalifa} (São Fernando) acessível. Apamex conseguiu que num só/sozinho dia se desse o alta em Endesa e Aqualia. A juíza permitiu uns dias mais e o 11 de Julho {Vicenta} entregou a chave do apartamento anterior. Já estão praticamente instalados numa casa a estrear, pela que pagam 125 euros. «Temos demonstrado que quando uma {oenegé} como nós média/meia entre a pessoa e as administrações se resolve o problema», defende Gumiel. «Eu não me queria ir de meu casa pelo menino, mas agora diz que está a gosto». A José Antonio se lhe vê feliz.

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