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El Periódico Extremadura | Quinta-Feira, 14 de dezembro de 2017

A nova ordenação urbanística para 35 casas do {Campillo} inicia seus trâmites

Também estão definidas as condições dos concursos de ideias duma dezena de imóveis. O folha para contratar a escavação extensa desta primeira fase se tem remetido a Património

A. M. ROMASANTA
19/06/2017

 

Os serviços municipais de Urbanismo estão informando já as modificações da ordenação urbanística para o desenvolvimento do Área de Reabilitação Preferente de O {Campillo}, concretamente da primeira fase de construção de 35 habitações, nas maçãs mais próximas à torre de {Espantaperros}, tal como se acordaram e foram assinadas pelos porta-vozes dos grupos municipais do PP, Podemos Recuperar Badajoz e Ciudadanos em fevereiro de 2016. A previsão da equipa de governo é levá-las a plenário/pleno o quanto antes, se submeteriam a informação e se aprovariam definitivamente.

Em relação ao seguimento arqueológico com uma escavação em extensão na área onde se intervenha (no que tanto/golo insistiram coletivos cidadãos como a oposição/concurso público), os folhas de contratação estão terminados. A Imobiliária Municipal de Badajoz ({Inmuba}) defende que nunca deixou de trabalhamos/trabalhámos em coordenação com a Direção Geral de Património. O vereador de Urbanismo, Celestino Rodolfo, aduz que «sempre esteve contemplado assim». Primeiro se fizeram umas degustações e o relatório/informe arqueológico que se remete a Património recolhe/expressa que convem realizar uma escavação em extensão. O folha se baseia nos resultados destas degustações e em função das obras que se vão a fazer, pois não é o mesmo em condomínio, onde só/sozinho se coloca pavimento, que para os garagens. Uma vez que {tengna} a aprovação de Património se tirará a contratação. A ideia da Imobiliária Municipal é realizá-la por fases ( assim se o propõe à Junta), de forma que permita seguir/continuar trabalhando, pois ainda ficam algumas propriedades sem resolver, acometer as demolições e quando os terrenos estejam abertos se realizará a escavação em extensão.

A primeira fase de recuperação do {Campillo} abrange as duas maçãs compreendidas entre a praça/vaga de {Peralillo}, rua Jarilla, subida pela Via {Rápica}, rua Castelo até os jardins de A {Galera}, a torre de {Espantaperros} e rua do Touril de nova criação. A nova ordenação urbanística que foi negociada pelos grupos municipais já está expressada em planos e se está tramitando. Como se acordou, se têm eliminado oito habitações, as mais próximas aos monumentos, de forma que se gera um largo espaço público frente a {Espantaperros} e se têm aberto dois novas vias paralelas à rua {Peralillo} para que a maior parte das casas tenha acesso desde o rodoviário público.

A rua do Touril se alarga para que a torre seja mais visível. Além disso, a parcela {dotacional} prevista face à muralha será zona verde. Para que tenha locais comerciais, se deixou livre uma maçã junto a Serviços Sociais onde se habilitarão habitações de emergência social e os baixos terão uso comercial. Ao lado se localizará a creche. Os acordos prevêem também um consultório médico, que depende da Junta. {Inmuba} reserva 3 locais com 300 metros nos baixos, agora vazios, de 8 habitações já construídas entre São Lorenzo e {Brocense}. Por último, na zona extramuros poderia localizar-se uma dotação desportiva. Os acordos políticos também incluem estudar uma conexão mediante uma passarela com a zona extramuros através da Porta de Mérida. Se fará com posterioridade

Estas mudanças requerem um trâmites urbanísticos, modificando o Plano Especial de Proteção do Centro Histórico e a ordenação detalhada das maçãs afetadas. A {Inmobiliara} Municipal precisa que a ordenação inicial que realizou em 2011 se adequava ao Plano Especial de 2008, que se aprovou com o Plano Diretor Municipal, e naquele momento não se apresentaram alegações contra. Neste sentido, Rodolfo, questiona «a boa-fé» das críticas que o projeto recebeu nos últimos anos.

O objetivo de começar pelas maçãs de em cima com novas habitações era que servisse como «atuação de choque» que atraísse a famílias à zona e animasse a reabilitação privada. A imobiliária chegou a ter 450 solicitantes das primeiras habitações. O processo prevê convénios com proprietários para obrigar-los a reabilitar antes de expropriar. Se têm assinado 4 de forma voluntária e 3 deles estão em obras. A segunda fase de {Inmuba} era atuar em terrenos disseminados por tudo a área, de cuja propriedade se tem ido fazendo nos últimos anos. Enquanto se tramita a primeira fase vão a tirar estes pequenos projetos duma vintena de habitações em 10 terrenos e imóveis através de concursos de ideias com o Colégio de Arquitetos. Também se tem realizado já o caderno de encargos. «Se isto sai adiante seria um exemplo, porque não imagino em parte nenhuma uma atuação urbanística mais complexa que esta», defende o vereador.

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