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El Periódico Extremadura | Sexta-Feira, 19 de janeiro de 2018

Não nos {aburrimos}

MARÍA Ortiz Alvarado
12/01/2018

 

Em Badajoz o ano tem começado com polémicas para todos os gostos e cores. Um largo catálogo onde escolher para não aborrecer-se. Só que algumas delas alcançam tal categoria/escalão porque o café se serve on line e se juntam o mundo mundial na barra/balcão do bar; se não, algumas não passavam de ser a mais supina das parvoíces e desculpem a expressão.

E se não, {díganme} que lhes pareceu o {carajal} que se montou com o assunto de adiantar ou não as {Cabalgatas} de Reis Mágicos. Pessoalmente me {reí} muito com o engenho e a ironia dalguns dos que pronunciaram-se a favor ou contra de cada uma das opções; e {corríjanme} se me {equivoco}, mas acredito/acho que não teve nenhum menino traumatizado nem por ver a suas Majestades vinte e cinco horas antes de o habitual, nem por ir à {Cabalgata} debaixo de um guarda-chuva. Lhes honra àqueles políticos da oposição/concurso público que não entraram a este trapo.

Diferente foram os confusões de trânsito e o desconcerto que nalguns momentos criaram os autocarros urbanos que, segundo a equipa de governo do Câmara Municipal De Badajoz, puseram-se em determinados cruzes durante a {Cabalgata} como medida antiterrorista. Claro que se chega a acontecer algo e não há nenhum obstáculo para evitá-lo, nessa altura sim que se tivesse atarefado uma polémica, mas das verdadeiramente, para além de danos pessoais.

Não obstante, se é verdade que a medida foi aconselhada pela polícia; ou bem esteve mau interpretada na sua aplicação ou temos de dar-lhe uma {vueltita} para outros eventos.

E para terminar com o capítulo de polémicas com as que se estreia o ano em Badajoz, temos o assunto dos patos do Guadiana. Alguns não se têm inteirado ainda de que se {pones} o foco mediático e social nesses incomodativos mas simpáticos animais dizendo que os {quieres} converter em {pâté}, não podes outro dia, sem prévias explicações, metê-los numa gaiola para levar-te'ls. O normal/simples é que tenha pessoas que já os veja em lata e para untar numa torrada. De primeiro curso de «como fazer as coisas bem».

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