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El Periódico Extremadura | Quarta-Feira, 22 de novembro de 2017

O López de Ayala já é acessível para pessoas com problemas auditivos

Após implantar o {bucle} magnético, que abrange 176 dos 752 assentos do teatro. Vara e {Fragoso} destacam o trabalho da sociedade civil em favor da igualdade

B. C. lcb@elperiodico.com BADAJOZ
07/09/2017

 

O teatro López de Ayala já é acessível para as pessoas com problemas auditivos após a implantação de um {bucle} magnético por indução, que permite que o som chegue de forma direta aos espectadores com {audífono}, eliminando qualquer ruído do ambiente.O sistema abrange 176 poltronas (de 752), desde a fila 12 até à última, um número muito superior ao que obriga o regulamento que é de 35 no caso do López de Ayala.

A instalação desta tecnologia se levou a cabo através de um convénio entre a Federação de Municípios e Províncias da Extremadura ({Fempex}), a associação de pessoas com deficiência APAMEX, a Fundação {CB}, a Fundação Caja Extremadura e Caixa Rural da Extremadura. No caso do teatro de Badajoz, se têm investido 2.800 euros.

Na região, já contam com este sistema a Sala Trajano de Mérida, o teatro {Alkázar} de Plasencia e o teatro de Navalmoral de la Mata. Também na próxima semana se inaugurará no Gran Teatro de Cáceres. O objetivo, segundo explicou o presidente de Apamex, Jesús Gumiel, é que o {bucle} magnético se incorpore aos espaços que fazem parte da Rede de Teatros da Extremadura através de este convénio.

Até agora, os espectadores com problemas de audição que iam ao López de Ayala tinham que tratar de fazer-se com um vazio nas primeiras filas para tratar de ouvir o melhor possível os espetáculos, enquanto agora poderão escolher a poltrona em todo o campo de ação do {bucle} magnético, que estará sinalizado tanto/golo na site do teatro como na bilheteira. «Nos vai a facilitar muito vir ao teatro», valorizou {Nacho} {Ramírez}, um dos futuros usuários.

À inauguração deste sistema, para além do presidente de Apamex, assistiram o presidente da Junta. Guillermo Fernández Vara, o presidente da Câmara Municipal de Badajoz, Francisco Javier Fragoso, o diretor do teatro, Miguel Murillo, o presidente da Fundação {CB}, Emilio Vázquez, e os diretores da Fundação Caja Extremadura e Caixa Rural, Antonio Franco e {Rosana} Barriga, respetivamente.

Vara e Fragoso coincidiram em destacar o importante papel da sociedade civil nos avanços em matéria de igualdade e acessibilidade universal, pois são os coletivos que trabalham com as pessoas com deficiência os que dia-a-dia lutam por alcançá-los. «Este é um ato simples, mas de extraordinária importância, porque as coisas importantes não se medem por seu tamanho, mas por sua transcendência e hoje {saldamos} uma dívida cultural com parte da população», destacou Vara.

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